Okja

O tom inicial é notoriamente jocoso, uma espécie de paródia às grandes companhias que apresentam organismos geneticamente modificados (OGM’s) como sendo seguros, ainda que não tenham feito grandes testes que lhes permitam esta afirmação. A solução perante o medo da população para aquilo que não entende? Apresentar novos seres como sendo naturais, seleccionados entre o melhor que a mãe natureza tem para nos dar. Uma mentira a bem do negócio, envolto em segredos guardados por seguranças militarizados.

A seguir o filme segue uma fórmula conhecida para nos fazer sentir empatia para com o ser geneticamente modificado e a jovem que dele cuida, uma sucessão de episódios que nos apresentam a parceria saudável e bem disposta entre um super-porco e uma rapariga sul-coreana. A sucessão é cliché, mas como qualquer fórmula resulta bem e confere, ao super-porco características humanizadas, fazendo-o parecer uma criatura inteligente, corajosa e sensível.

Este quotidiano enternecedor termina…

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