Lançado o ebook gratuito: “Encontros no Encontro: Participação Social da Rede Nacional dos Pontos de Cultura” (Editora IFG, 2017, 175 pgs)

A CASA DE VIDRO

Já está disponível para leitura e download gratuito o livro “Encontros no Encontro: Participação Social da Rede Nacional de Pontos de Cultura”, co-escrito por mim, Eduardo Carli de Moraes, e meu colega Rafael Moreira do Carmo, ambos professores do IFG (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia), sob a coordenação do Vinicíus Ferreira (PROEX – Pró-Reitoria de Extensão e Cultura).

A publicação – colorida, repleta de lindas fotos e diagramada com primor – busca revelar em minúcias o que ocorreu em 2015, durante o XV Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros, uma realização da Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge. Naquela ocasião, ocorreu ali a reunião da Comissão Nacional dos Pontos de Cultura, com representantes de todo o Brasil reunidos para pensar as potencialidades e os obstáculos no contexto do programa Cultura Viva.

O conceito chave e fio condutor do livro é a participação social, de…

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Eduardo Galeano de Veias Abertas

Ecologia dos Saberes

Eduardo Sejanes Cezimbra

O premiado escritor uruguaio, Eduardo Galeano, autor de livros traduzidos em diversos países, morreu em um hospital de Montevidéu, lutando contra um câncer. Eduardo Hughes Galeano nasceu em Montevidéu, em 3 de setembro de 1940, onde exerceu várias atividades como narrador, ilustrador e jornalista em jornais de esquerda como ‘El Sol’ e ‘Marcha’, também foi diretor de ‘Época’. Em 1973, exilou-se na Argentina, onde fundou e dirigiu a revista ‘Crisis’. Também viveu na Espanha, ate retornar ao Uruguai em 1985, residindo desde então em Montevideu.

Dono de um estilo jornalístico, dotado de uma escrita objetiva e ao mesmo tempo lírica, sempre voltado a questões sociais e da história de injustiças que marcaram os povos do continente americano, escreveu “As Veias Abertas da América Latina”, livro que se tornou uma referência sociológica e política para muitos estudiosos da realidade latino-americana.

Reeditado e traduzido em 20 idiomas…

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Pãezinhos caseiros

MARTINICANDO

Quer aprender a fazer pãezinhos caseiros bonitinhos, quentinhos e gostosos? Vem comigo!

Ingredientes:

  • 575g de farinha
  • 2 colheres de açúcar
  • 2 colheres de sal
  • 5 colheres de fermento biológico seco
  • 200mL de leite gelado
  • 4 colheres pequenas de azeite

Modo de fazer:

Misture a farinha, o açúcar, o sal e o fermento e bata em velocidade baixa na batedeira, até misturar. Acrescente as colheres de azeite e bata mais um pouco. Aos poucos, coloque o leite e siga batendo calmamente, batendo por mais ou menos 20 minutos. Quando a massa adquirir um aspecto homogêneo e “grudento”, pare de bater e deixe descansando um pouquinho, para crescer. Cerca de 1 hora mais tarde, corte a massa em bolinhas do tamanho que desejar e coloque em uma assadeira untada. Deixe descansando por 2 horas e leve para assar em forno pré-aquecido a 150ºC por 20 minutos. Sirva!

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For your enjoyment!

Dutch goes the Photo!

The WordPress Daily Prompt has the theme of Flavorful.  Of course, there might be something good to eat somewhere!

A popular category of foods in the United States are those that are termed comfort foods; all the things that you want to eat with a bit of guilty pleasure, because you know that they are not necessarily the healthiest options, but they make you feel so good!  What this means varies from person to person, as we all have our individual tastes.

For me, the ultimate comfort food is a well-prepared macaroni and cheese….

Mac-N-Cheese-121-8x10Stick a fork in it!

There is nothing like the gooey goodness of a delicious combination of cheeses, with a bit of crust from baking in the over, and the flavorful surprise of encountering a small cube of ham in your bite.  A guilty pleasure, yes; bring it on!!

What is your guilty pleasure?

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To see you again

johncoyote

To see you again

A Poem by Coyote Poetry

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Just words

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See you again

I have become cold and lonely in life and heart again.
Life seem to have crumble into a millions pieces and I don’t care to repair.
Lonely road and dead-ends had left me in place of a shallow life.

Years ago, it was 1992 and the California Spring. Your kind smile and beautiful face came to me. You sat with me and we played a game of chess. I remembered you told me. Soldier, you need tender loving care. You need to forget the past. Let’s me and you go buy some whiskey and wine. Dance on the Monterey beach and leave the world behind.

Today the sea is far away and your memory lay heavy upon heart and mind.
I told you once. Love won’t forget. When I lose you, my butterfly dream. I will…

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Just us.

In Others' Words...

“If one really wishes to know how justice is administered in a country, one does not question the policemen, the lawyers, the judges, or the protected members of the middle class. One goes to the unprotected-those, precisely, who need the law’s protection most-and listens to their testimony.”

James Baldwin, The Price of the Ticket

I’ve always been a sucker for a movie in which the main character is on a quest for justice. That’s what I told myself, anyway.

Give me a Liam Neeson going after the guy who took his daughter or a Count of Monte Christo dramatically settling scores.  When the line of police cars is tearing up the road to Shawshank Prison and you know the warden is going down?  Forget about it.

There was so much pain, so much harm in my life and in the world around me, and I wanted wrong things made right

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