VIDEO KIT: Your essential kit-out-your-team-for-video-for-around-sixty-quid guide

Dan Slee

8411107877_849c11c478_bCost has always been a factor in helping to train comms people into how best to use video.

Gone are the days when a video production company could come and shoot a five grand video for a conference of fifty people.

Sure, there’s still a place for an externally-made video. But when you have the technology on your smartphone that’s in your pocket the smart thing to do is to look at ways to use that.

Over the past three years, myself and my colleague Steven Davies have trained more than 1,000 people. It has been a delight. Often people think the kit will be expensive. Not true. You can just use your phone or tablet if you like. But for a small investment you can improve what you do.

The sixty quid kit

If you have a device and you want the basics, a Rode clip-on microphone and…

Ver o post original 560 mais palavras

Entrevista com Frederico Klumb

escamandro

frederico Sofia Coppola em entrevista ao Madame Figaro, canal do jornal Le Figaro | Montagem de Ari Miaciro

para ler as outras entrevistas, clique aqui.

* * *

SM – Qual é a diferença que se impõe entre a escrita de um poema feito pra circular em papel e um vídeo-poema? Porque, me parece, há uma sintaxe toda outra na relação entre essas mídias que parece estar em questão, não?

FK –Antes de tudo, eu preciso dizer que não sou capaz de responder a essa pergunta com tanta exatidão. Acho que a primeira coisa que costuma vir à cabeça é que a diferença mais óbvia reside no instrumental de cada suporte. Contudo, talvez a questão se relacione mais com a pergunta “estamos falando de cinema quando falamos de vídeo-poemas?”. E, se estamos, de que cinema estamos falando? Digo isso, porque as minhas referências para a transposição de um poema-papel…

Ver o post original 3.593 mais palavras

# palavras | intencionalidade

Conversamos?!...

Intencionalidade,

“é a propriedade de muitos estados e eventos mentais pela qual eles são dirigidos para ou acerca de objectos e estados de coisas no mundo. Se, por exemplo, tenho uma crença, deve ser uma crença de que tal ou qual coisa é o caso; se tenho um medo, deve ser um medo de algo ou de que algo vai acontecer; se tenho um desejo, deve ser um desejo de fazer algo ou de que algo aconteça ou seja o caso; se tenho uma intenção, deve ser uma intenção de fazer algo. (…) Mas, em muitos aspectos, o termo é equívoco(…). Por isso quero já de início clarificar o modo como tenciono usá-lo.

Em primeiro lugar, na minha concepção, só alguns e não todos estados e eventos mentais têm Intencionalidade. Crenças, medos, esperanças e desejos são Intencionais; mas há formas de nervosismo, exaltação e ansiedade não direccionada que não são…

Ver o post original 275 mais palavras

THE STORY OF TOM SCOTT’S SHORT-LIVED JAZZ SUPERGROUP L.A. EXPRESS.

dereksmusicblog

The Story Of Tom Scott’s Short-Lived Supergroup L.A. Express.

Musical history is littered with artistes and groups that never enjoyed the commercial success that their music deserved. That was the case with L.A. Express is an oft-0verlooked fusion supergroup who released a quartet of albums between 1973 and 1976. Sadly, these albums never found the audience they deserved and it was only later, that L.A. Express’ music started to be appreciated by jazz and fusion aficionados. By then, the group’s founder Tom Scott had moved onto other things.

This included founding The Blues Brother Band, providing the theme tune to  Starsky and Hutch and receiving thirteen nominations for a Grammy Award. By then, Tom Scott had enjoyed a long and illustrious career which began as a fifteen year old, when t featured on Jan and Dean’s 1963 album Surf City And Other Swingin’ Cities. However, the one that  got away for the  jazz saxophonist, composer and producer, Tom Scott was L.A. Express. His career began in earnest in 1967.

By 1967…

Ver o post original 3.176 mais palavras