Sergio Moro e o irresistível pato pateta

Oficina de Concertos Gerais e Poesia

A arrogância de Sergio Moro é seu ponto fraco – o PT sabe disso. Pior para o pato pateta.

pato1Lá vem o pato, pata aqui, pata acolá; lá vem o pato para ver o que é que há. O pato pateta pintou o caneco, surrou a galinha, bateu no marreco. Caiu no poço quebrou a tigela; tantas fez o moço que foi para a panela.

Versos de Vinícius de Moraes para a música de Toquinho – “O pato pateta”. Posteriormente, imortalizados por Paulo Skaf no imaginário político nacional.

Pois bem, agora, Sergio Moro se apresenta para dar um rosto ao palmípede notório.

Incensado como todo poderoso pela mídia e pelas redes sociais, acreditou realmente sê-lo. Porém, no caso do habeas corpus concedido pelo desembargador de plantão do TRF – 4, no domingo de 08 de julho de 2018 – cometeu erros que custarão ao CNJ praticar novamente contorcionismos ao Código…

Ver o post original 718 mais palavras

Anúncios