Ministério das Relações Exteriores do Reino de Trump – Parte 2

A confeitaria política de Gilberto Pão Doce

“Algumas pessoas gostariam que o presidente eleito Jair Bolsonaro tivesse escolhido um chanceler que saísse pelo mundo pedindo desculpas. Queriam uma espécie de Ministro das Relações Envergonhadas. (…) Mas fiquem tranquilos, pois aqui, na frente externa, nada vai mudar. Estou aqui para aguar todas as posições do presidente, para cozinhá-las e transformá-las no mesmo rame-rame que vocês já conhecem, continuarei falando a linguagem da ordem global. Estou aqui para não deixar nada acontecer”.
Trecho do alarmante artigo do futuro chanceler Ernesto Araújo para o jornal paranaense Gazeta do Povo.

O embaixador Ernesto “Ernie” Araújo, escolhido pelo presidente eleito Jair Bolsonaro para chefiar o Ministério das Relações Exteriores do Brasil a partir de janeiro, já é um segregado dentro de sua própria instituição, o histórico Itamaraty, fundado em 1736. Sim, 282 anos para, em pleno 2019, ganhar como chefe não apenas um diplomata inexperiente, um homem que tem como padrinho o

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