Poema para Brasília 6.1

por Chico Sant'Anna

Poema de Gustavo Dourado

Pôr do Sol Nascente Céu
O lago azul pára no ar
A urbi de concreto voa
Cosmonave a trafegar
Mistérios da esplanada
Juscelino a nos guiar

Brasília, sessenta e um
Dos ipês, lobos guará
A doce Água Mineral
Deságua no Paranoá
É o coração do Brasil
Que pulsa no la la iá

Brasília, flor do cerrado
Eixos – torres – catedral
Arquitextura sempre-viva
De um povo sem  igual
Três  Poderes, Alvorada:
Luz do Planalto Central

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