Soneto: No hay nada en absoluto entre la nada — jllopart

No hay nada en absoluto entre la nada La verja del pasillo está cerrada,adormece la tarde los albores,va borrando entretanto el sol colores,detrás vendrá la noche tan callada. Van llegando esas horas de la nada,aletargando a tantos sinsabores…,el odio, la desidia, y desamores,se despiden en la última jornada. No te esperes en vano, no hay […]

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