“I learned my realism from Kafka” | Art Spiegelman and Robert Coover have a conversation at The Believer

Biblioklept

There’s a nice conversation between Art Spiegelman and Robert Coover at The BelieverThe pair have collaborated on an illustrated “novelette” called Street Cop. 

Their discussion begins with Street Cop but expands much further, touching on postmodernism, realism (“Our Zeitgeist has left us mostly with shards of media as our reality,” says Spiegelman; “When people ask me, I say that I learned my realism from Kafka,” replies Coover”), time and space, the desire for happy endings, and more. But like I said, it begins with Street Cop:

ART SPIEGELMAN: So first: why a street cop?

ROBERT COOVER:Well, I wrote Street Cop in 2019. It emerged, like everything I write, from anxieties about the present. I had written about private eyes, but the dumb street cop was something new. I liked the idea of a guy who would be technologically inept. It’s about a bumbler who began his career…

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43, 000 Christians 29,000 Muslims Killed in Nigeria in 12 Years, 18,500 Christians Permanently Disappeared – Report | ISSUES AND NEWS ONLINE

The total number of ‘direct’ Christian deaths since 2009 or from July 2009 to July 2021; a period of twelve years, is independently put at no fewer than 43,000, a report by the International Societ…

Fonte: 43, 000 Christians 29,000 Muslims Killed in Nigeria in 12 Years, 18,500 Christians Permanently Disappeared – Report | ISSUES AND NEWS ONLINE

Vignettes Big and Small

Sketch Away: Travels with my sketchbook

Nina and I got together for a quick little chat-and-sketch at McClellan Ranch in Cupertino a few weeks ago.

In a new place, with not much time, my go-to thing to do is to sketch little vignettes. They’re small in scale, and kinda fun to build from the inside out: I start with my main subject and once I have that down, I just build out, keeping the silhouette interesting.

In both these sketches, the foliage around the buildings is at least as important to the compositions as the structures themselves.

I used a mix of media in both of these: watercolor, pen and ink, crayon and gel pen. The mix lets me get a rich textural effect.

Not all the vignette-style sketches I make are small. Sometimes I’ll employ that same idea on a bigger sketch like this, letting it grow outward but not feeling a need to stretch…

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Kids sick with Covid are filling up children’s hospitals in areas seeing spikes

“Absolutely household infections are the beginning of this pandemic, that is a major driving force in the spread of infections. We see it often within households, parents to children,” a pediatrician said.

Fonte: Kids sick with Covid are filling up children’s hospitals in areas seeing spikes

iFood vai permitir organizar itens favoritos do mercado em listas de compras | Update or Die!

O iFood é pioneiro no delivery em toda a América Latina com a funcionalidade Lista de Compras, com a possibilidade de criar listas

Fonte: iFood vai permitir organizar itens favoritos do mercado em listas de compras | Update or Die!

As irmãs, texto de Jun’ichiro Tanizaki

Peregrinacultural's Weblog

Três moças passeando com sombrinhas

Torii Kiyonaga ( Japão, 1752-1815)

Xilogravura policromada

da Série: Modos modernos na Brocado Leste

(Mundo flutuante)

 

 

 

“De fato, as três irmãs juntas constituíam um espetáculo único de beleza: eram parecidas, é verdade, mas de forma indefinida.  Cada uma possuía uma característica que a transformava num tipo de beleza contrastante com as demais, mas, ao mesmo tempo, todas elas tinham pontos que lhes eram indiscutivelmente comuns.  Para começar, a altura — que de Sachiko para Yukiko e desta para Taeko diminuía aos poucos de acordo com a idade — já consistia em interessante detalhe a chamar atenção dos que as viam passar juntas. Pelo tipo de vestuário e complementos que usavam, assim como pela aparência geral, Yukiko teria gosto genuinamente nipônico, e Taeko, gosto ocidentalizado. Já Sachiko seria considerada um meio-termo entre as duas irmãs. Taeko tinha nariz e olhos bem definidos num…

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O torneio de futebol olímpico que merece ser lembrado: Los Angeles, 1984.

Comunicação, Esporte e Cultura

Nos Jogos Olímpicos de 1984, realizados em Los Angeles, o torneio de futebol passou por uma mudança radical. Atletas profissionais passaram a ser admitidos. Até a Olimpíada anterior, apenas amadores podiam participar. Essa restrição havia sido decisiva para o sucesso dos países comunistas nos torneios de 1952 a 1980. Seus atletas, oficialmente, tinham outras profissões e praticavam o esporte como atividade de lazer, o que era uma falsidade (uma falsidade evidente e comentada às claras, aliás). Eram atletas, na realidade, que se dedicavam muito ao futebol. Estavam em nível comparável ao dos jogadores profissionais dos países capitalistas. E enfrentavam, nas Olimpíadas, seleções formadas por amadores (juniores, muitas vezes). Acontecia o que era óbvio. Hungria, União Soviética, Iugoslávia, Polônia, Alemanha Oriental e Tchecoslováquia foram as seleções campeões olímpicas no período 1952-1980, sendo a Hungria campeã três vezes. Predomínio absoluto dos países que estavam à sombra do regime comunista sediado em Moscou.

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