Um baile de máscaras, o tornar-se velho em “Em Busca do Tempo Perdido”.

Marcel Proust nos convida a uma imagem da eternidade. Mas a eternidade que ele nos faz vislumbrar não é a de um Platão ou de um Spinoza, na medida em que se trata de um eterno sem um tempo infinito, mas que possui sim, um tempo entrecruzado. Entrecruzado entre as reminiscências da memória (internamente) e o envelhecimento (externamente). Compreender a interação do envelhecimento e das reminiscências significa penetrar no âmago do coração proustiano, ou seja, o universo do tempo entrecruzado. “Em

Fonte: Um baile de máscaras, o tornar-se velho em “Em Busca do Tempo Perdido”.

Amei, fui corna, superei, fui a outra e só a Marília Mendonça sabia

A cantora Maria Mendonça morreu aos 26 anos em uma queda de avião. A jornalista Semayat Oliveira escreve sobre sua morte: “Um legado gigante antes dos 30. Uma mensageira: a gente merece amor e, antes de tudo, o próprio” 

Fonte: Amei, fui corna, superei, fui a outra e só a Marília Mendonça sabia