Fascismo com a complacência nacional | Brasil 24/7

“Cabe perguntar: onde estão os editoriais dos grandes jornais contra a violência que atingiu a caravana de Lula?”, questiona o cientista político Aldo Fornazieri; “Por que a OAB, a presidência da República, a presidência do STF, as presidências das Casas Legislativas, o Ministério da Justiça, o Ministério da Segurança Pública e o Ministério Público Federal não se pronunciaram até agora? Por que o “democrata” Fernando Henrique Cardoso silencia ante esses ataques fascistas? Por que os pré-candidatos Alckmin e Rodrigo Maia não emitem nenhuma palavra sobre essa violência política? Onde estão todos? Estão com medo? São coniventes? Ou são cúmplices?”, critica Fornazieri

Fonte: Fascismo com a complacência nacional | Brasil 24/7

“A violência contra a mulher é um problema social grave e complexo” — Acordo Coletivo (Petroleiros, Bancários, Prof de Saúde)

Carla Stephanini destaca que Mato Grosso do Sul implantou mecanismos para que as denúncias sejam possíveis, como a criação dos organismos governamentais de políticas para as mulheres Ouça este conteúdo0:00100%Audima 10 Julho 2016 – 07h01Alberto Gonçalves Carla Stephanini – Advogada e vereadora na Câmara Municipal de Campo Grande – Divulgação Recentemente, tivemos a divulgação de mais […]

via “A violência contra a mulher é um problema social grave e complexo” — Acordo Coletivo (Petroleiros, Bancários, Prof de Saúde)

Diário do Centro do Mundo Os rappers que desafiaram a noção do “olho por olho” com a polícia racista dos EUA. Por Sacramento

Os rappers Snoop Dogg e The Game fizeram a coisa certa na manhã seguinte ao assassinato de cinco policiais em uma manifestação pacífica em Dallas, nos Estados Unidos. Notórios representantes do subgênero gangsta rap, os dois subverteram o senso comum e promoveram uma marcha pacífica, finalizada com um encontro com o prefeito e o chefe de polícia de Los Angeles. Com o ato promovido nas ruas da cidade californiana, os dois rappers avisam que o diálogo é o caminho mais adequado para combater o racismo e a violência policial, contrariando a visão equivocada que coloca Micah Johnson, o atirador de Dallas, no papel de herói e seu crime uma justa reação aos assassinatos de negros por policiais. Sim, há quem acredite no absurdo do “olho por olho, dente por dente”, seja nos Estados Unidos ou aqui no Brasil, em posts espalhados pelo Twitter e Facebook. Felizmente essa turma não tem a influência do rapper The Game, que fez a seguinte declaração à reportagem do Los Angeles Times: “Eu estaria mentindo para você se não dissesse que fiquei triste com o que aconteceu em Dallas. Eu estaria mentido para você se não dissesse que fiquei furioso com o que aconteceu em Minnesota e Louisiana e Fresno. Os policiais que morreram em Dallas não foram os policiais que atiraram e mataram Philando ou Alton (Nota: Alton Sterling e Philando Castile, mortos pela polícia na mesma semana). Assim como Philando e Alton não mereceram aquilo, os policiais em Dallas também não mereceram. E a única coisa que eu poderia pensar foi iniciar a paz em ambos os lados, por isso que estou aqui.” As palavras de paz e conciliação ganham mais força quando se observa o perfil dos rappers, nem um pouco afeitos ao jeito “gratidão-namastê-se-sentindo-abençoado” de ser. Os dois tiveram, no passado, ligações com as gangues criminosas que dominam Los Angeles; Snoop com os Crips e The Game com os Bloods. A propósito, gangues inimigas. Snoop foi preso algumas vezes e The Game chegou a ser baleado antes de seguir o caminho da música. Mesmo com o estrelato, eles não fazem questão de parecer bons mocinhos. Ainda assim, o prefeito de Los Angeles Eric Garcetti classificou como “extraordinariamente poderoso” o encontro de 45 minutos dele e do chefe de polícia Charlie Beck com os rappers. Com a manifestação, Snoop Dogg e The Game mostraram que revolução não se faz espalhando a hashtag “fuckthepolice” de dentro do conforto e da segurança do lar, e sim indo para a rua, dialogando com o diferente e buscando mudar o sistema sem precisar de mais sangue derramado.

Fonte: Diário do Centro do Mundo Os rappers que desafiaram a noção do “olho por olho” com a polícia racista dos EUA. Por Sacramento