La mujer cubana lidera sector científico en la Isla

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Las mujeres en Cuba tienen predominio en el sector científico de la Isla, con cerca de 53 por ciento de los puestos de dirección, investigación, y también como técnicas y en los servicios.

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A visão de Michael Moore sobre a saúde de Cuba

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Coloquei lá embaixo, na seção de vídeos, um trecho do documentário Sicko, de Michael Moore, o diretor do consagrado Tiros em Columbine, Oscar de melhor documentário em 2003..

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Chegam ao Brasil primeiros profissionais cubanos que participarão do Programa ‘Mais Médicos’

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Dos 400 médicos cubanos que participarão da primeira etapa da iniciativa, 84% têm mais de 16 anos de experiência. Segundo a OMS, todos já cumpriram missões…

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Alejado de las tareas del gobierno y de los micrófonos desde 2006, Fidel Castro cumplió este martes 87 años dedicado a ensayar cultivos para mejorar la alimentación de los cubanos, navegar en Internet y ocasionalmente recibir a líderes extranjeros.

Para la ocasión han sido programados un concierto en un parque de La Habana y el lanzamiento de dos libros, pero no habrá actos oficiales para este ícono de la izquierda latinoamericana y enemigo histórico de Estados Unidos, que nació el 13 de agosto de 1926 en Birán, en el este de Cuba.

“He vivido para luchar”, escribió Castro en una carta a los ocho mandatarios que asistieron el 26 de julio a la conmemoración del 60 aniversario del asalto al Cuartel Moncada, en la que él fue el gran ausente. “Debo respetar la obvia resistencia de los guardianes de la salud”, se disculpó.

El estado de salud del ‘Comandante en Jefe’, como lo llaman los cubanos, se guarda como secreto de Estado desde que enfermó y cedió el mando a su hermano Raúl, cinco años menor, el 31 de julio de 2006.

Cada vez la prensa publica menos fotos suyas y en una de sus últimas apariciones públicas -al votar en una escuela del barrio habanero de El Vedado el 3 de febrero- lucía muy canoso, encorvado y apoyado en un bastón.

Ese día fue reelegido como uno de los 612 diputados cubanos -entre 612 candidatos-, aunque ya no asiste a las sesiones del Parlamento. En sus años como presidente celebraba su cumpleaños con niños, que le cantaban y comían torta con él, en el Palacio de los Pioneros de La Habana.

Un ‘soldado de las ideas’ en Internet

Celoso de su vida privada desde su llegada al poder en 1959, poco se sabe sobre el retiro de Castro. Su biógrafa y editora de libros, la periodista Katuiska Blanco, reveló que dedica parte de su tiempo a navegar en Internet, pero sigue escribiendo a mano.

“Si bien ya no pulsa las teclas (de una máquina de escribir o computador), sí navega por Internet en busca de perfiles de personalidades, mapas, monografías, datos, anécdotas, recuentos”, contó Blanco a la AFP.
Castro es padre de ocho hijos y abuelo de varios nietos. Con Dalia Soto del Valle, su mujer desde hace cinco décadas, tuvo a Alejandro, Antonio, Alex, Alexis y ?ngel.

De su primer matrimonio con Mirta Díaz-Balart nació su primogénito, Fidelito, y tiene otros dos hijos de otras relaciones: Alina Fernández (que se marchó hace años a Estados Unidos) y Jorge ?ngel. Fidel Castro “sigue siendo brillante, siempre promotor de ideas”, dijo el presidente uruguayo, el exguerrillero tupamaro José Mujica, que lo visitó hace tres semanas.

“Me encontré con un Fidel cargado en años pero siempre fermental (mentalmente activo), con un hombre perfectamente al día con el acontecer del mundo, informado e interesado por todos los temas como siempre”.

Orador maratónico, omnipresente en la vida de los cubanos durante cinco décadas, Castro dejó de publicar hace un año sus “reflexiones” en la prensa, tarea que como “soldado de las ideas” cumplió con cierta regularidad después de dejar el mando.

Silencio sobre las reformas económicas

Mujica relató que Castro “está enfrascado en impulsar una experimentación en biología, que tiene que ver con encontrar vegetales del área tropical que sirvan para la fabricación de pienso, para la comida de los animales (…) para que quede más grano disponible para que la gente coma”.

Castro -que ya no viste su tradicional uniforme verde olivo sino ropa deportiva- también ha hablado sobre sus ensayos con moringa (un árbol tropical con semillas oleaginosas originario de Asia), que espera ayude a mejorar la alimentación humana y animal en la isla. Respetado o denostado por los cubanos, Fidel ha guardado silencio sobre las reformas emprendidas por Raúl de la quebrada economía estatista y planificada al estilo soviético, que él instauró.

Para los economistas José Antonio Alonso (español) y Pavel Vidal (cubano), “el silencio confirmatorio de Fidel Castro constituye una fuente de legitimidad” para las reformas de Raúl, aunque vayan en la dirección contraria. Raúl, que carece del carisma de Fidel, lo sigue llamando públicamente “mi jefe”, aunque él tiene ahora las riendas del gobierno y del Partido Comunista.

AFP

 

Por que Cuba tem tantos médicos?

 

Por que Cuba tem tantos médicos?

DIARIO DO CENTRO DO MUNDO 8 DE JULHO DE 2013

A exportação de serviços médicos tornou-se crucial para a economia da ilha.

cuba

O serviço que os médicos cubanos prestam à Venezuela permite que Cuba receba 100 mil barris diários de petróleo.

O texto abaixo foi publicado originalmente no site da BBC Brasil

Mas como, afinal, Cuba chegou a ter tantos médicos? E por que tem tanto interesse em “exportar” seus serviços para outros países?

Em Cuba, os profissionais da área de saúde têm uma função bem mais ampla do que simplesmente atender à população local. Já há algum tempo, a exportação de serviços médicos tornou-se crucial para a economia da ilha.

Segundo informações repassadas pela chancelaria do país ao correspondente da BBC Mundo em Havana, Fernando Ravsberg, o contingente de profissionais de saúde cubanos fora da ilha incluem atualmente 15 mil médicos, 2,3 mil oftalmologistas, 5 mil técnicos de saúde e 800 prestadores de serviço trabalhando em 60 países e gerando lucros milionários ao regime – as cifras mais otimistas falam em até US$ 5 bilhões (R$ 10,6 bilhões) ao ano.

O serviço que os médicos cubanos prestam à Venezuela, por exemplo, permite que Cuba receba 100 mil barris diários de petróleo. E também há profissionais em outros países da região, cerca de 4 mil na África, mais de 500 na Ásia e na Oceania e 40 na Europa.

Segundo fontes oficiais, a Venezuela pagaria esses serviços por consulta – e a mais barata custaria US$ 8 (R$ 17) em 2008. Já a África do Sul pagaria mensalmente US$ 7 mil (R$ 14,9 mil) por cada médico da ilha.

Para muitos países em desenvolvimento, o atrativo dos médicos cubanos é que eles estão dispostos a trabalhar em lugares que os locais evitam, como bairros periféricos ou zonas rurais de difícil acesso – onde moram pessoas de baixíssimo poder aquisitivo. Além disso, em geral eles também receberiam remunerações mais baixas.

História

Boa parte dos médicos que ficaram na ilha após a Revolução viraram professores, foram abertas faculdades de medicina em todo o país e se priorizou o acesso de estudantes ao setor. Tudo facilitado pelo fato de o ensino ser gratuito.

A primeira missão de saúde ao exterior foi organizada em 1963. Apesar da escassez de médicos, Cuba enviou alguns de seus profissionais à Argélia para apoiar os guerrilheiros que acabavam de obter a independência. Eram os primeiros de 130 mil colaboradores que, ao longo dos anos, já trabalharam em 108 países.

O tema dos profissionais de saúde cubanos no exterior é um dos muitos que dividiram Cuba e EUA – e Washington chegou a criar um programa para facilitar os vistos para médicos cubanos que estejam trabalhando em terceiros países.

Incentivos

No exterior, esses profissionais de saúde recebem salários muito mais altos do que os que trabalham dentro de Cuba, como explicaram a Ravsberg duas médicas, sob a condição de anonimato.

Alicia (o nome é fictício) disse ter trabalhado na Venezuela durante 7 anos e garante que, apesar de já estar aposentada, “se me pedissem para voltar, aceitaria sem pestanejar”.

“O que me motivou foi a possibilidade de trabalhar com o apoio a diabéticos, porque padeço da doença. Comecei (atendendo) gente que perdia a visão por causa disso”, diz, agregando que “também buscava uma melhoria econômica, porque o salário (em Cuba) não era suficiente”.

“Cheguei à Venezuela ganhando 400 bolívares (R$ 135), mas foram subindo (o salário) e, antes de voltar, ganhava 1,4 mil (R$ 474)”, diz. “Foi uma experiência maravilhosa, que não dá para esquecer. (Atendia) pessoas pobres e algumas delas me ligam até hoje em Cuba.”

No Brasil

Juana (outro nome fictício) tem 35 anos e é médica em Cuba. Quando recém-formada, deixou marido e a filha de 4 anos na ilha para trabalhar na Venezuela, com a ideia de se desenvolver profissionalmente, conhecer o mundo e melhorar sua situação econômica.

“Não tinha absolutamente nada. Graças à missão, mobiliei toda minha casa.”

Agora, ela tem a chance de voltar a viajar. “O Ministério me chamou para trabalhar no Brasil, em condições muito melhores do que na Venezuela”, disse à BBC.

Segundo o projeto inicial, anunciado no início de maio, o governo brasileiro estudava contratar 6 mil médicos cubanos para trabalhar principalmente em áreas remotas do país.

O Conselho Federal de Medicina, porém, expressou “preocupação” com a possibilidade de médicos estrangeiros atuarem no Brasil sem passar por exames de avaliação, alegando que isso poderia expor a população a “situações de risco”.

Nos cinco continentes

Até em Cuba a “exportação de médicos” causa alguma polêmica.

A formação de tantos profissionais de saúde permitiu que a ilha criasse a figura do Médico de Família, profissionais que atendem em todos os bairros e encaminham os pacientes para especialistas ou hospitais.

Mas esse é justamente o programa mais afetado pela saída dos médicos ao exterior.

O fechamento de algumas das casas de saúde gera insatisfação entre os cubanos, aumenta a concentração de pacientes por médico e o tempo de espera.

“Ainda assim, 60 mil médicos ficaram em Cuba, 1 para cada 200 habitantes – média melhor que a de muitos países desenvolvidos”, diz Ravsberg.

“A ilha também tem uma expectativa de vida próxima aos 80 anos e programas de prevenção a Aids e HIV reconhecidos internacionalmente.”

 
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After tour abroad, dissident blogger Sanchez returns to Cuba

After tour abroad, dissident blogger Sanchez returns to Cuba

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Cuba's best-known dissident, blogger Yoani Sanchez, speaks to reporters outside Havana's Jose Marti International Airport May 30, 2013. REUTERS/Desmond Boylan
 

By Jeff Franks

HAVANA | Fri May 31, 2013 3:09am EDT

(Reuters) – Dissident blogger Yoani Sanchez, wearing a brightly colored dress and a big smile, returned on Thursday to the homeland she both loves and lambastes, after more than three months on a tour through the Americas and Europe.

Her family and about a dozen supporters applauded loudly and shouted “welcome home” as she emerged from the customs area at the Havana airport

With tears in her eyes, she hugged them all as curious Cubans awaiting other passengers looked on and asked reporters who she was.

In brief comments to the press, the 37-year-old who has dark, waist-length hair said she had had a “marvelous trip, a trip that’s going to change my life in many ways.”

“I’m here with many projects,” Sanchez said. “The future is wide open.”

Even though the Cuban government considers Sanchez public enemy No. 1 because she regularly blisters the country’s leaders and socialist system in her Generation Y blog, she whisked through immigration and customs and was one of the first passengers off the Air Europa flight from Madrid.

Her trip was made possible by a newly liberalized travel law that ended the requirement for an exit visa from the government, which she has said were denied her 20 times.

After leaving Cuba on February 17 she traveled to a dozen countries, including the United States, where she collected previously won prizes for her work, gave speeches criticizing the Cuban government as well as U.S. policy toward the communist-led island and occasionally was the object of protests.

In Mexico City, opponents threw fake U.S. dollars at her, implying, as the Cuban government does, that she is funded by Washington.

Sanchez deflected their antagonism by saying she wished such open protests were permitted in her own country.

The trip raised her international profile and gained her 100,000 new followers on Twitter.

In the past, she has been subjected to a steady bombardment of government derision and has been detained on a number of occasions, and it appeared on Thursday the derision, at least, would continue.

A government blogger, Yohandry Fontana, sent tweets about her arrival saying that the U.S. government had paid for her trip.

“How much must the more than 90-day trip of Yoani Sanchez have cost USAID,” he said, referring to the U.S. Agency for International Development. “They say it was more than $250,000.”

“Can someone tell me how a trip of 90 days through I don’t know how many countries can be financed with a blog? So I can learn, ha ha ha, ” Fontana said in another tweet.

Sanchez said during her trip that she plans to launch a media company, which will likely run afoul of the government, which controls Cuban media.

Since the liberalization of the travel law took effect on January 14, a number of the island’s best-known dissidents have traveled abroad to collect prizes and give anti-government speeches.

So far, all those who have returned have had few problems.

(Additional reporting by Nelson Acosta; editing by Christopher Wilson)