Brasil Noticias: Gastos com brinquedos devem movimentar R$ 6,6 bilhões em 2013

http://g1.globo.com/dia-das-criancas/2013/noticia/2013/10/gastos-com-brinquedos-devem-movimentar-r-66-bilhoes-em-2013.html via “Brasil Noticias” http://play.google.com/store/apps/details?id=com.acerolamob.android.brasilnoticias by @acerolamob

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Só os brasileiros levam a sério a Economist

See on Scoop.itBOCA NO TROMBONE!

Nem o aplauso ajudou e nem a crítica vai prejudicar
Uma das primeiras coisas que aprendi ao chegar a Londres, em 2009, é que ninguém dá a menor bola para a Economist. A revista, idolatrada no Brasil, é simplesmente ignorada em sua terra.

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The Economist: abatendo o Cristo que está saindo de sua órbita?

See on Scoop.itBOCA NO TROMBONE!

Publico, abaixo, post de meu companheiro Miguel do Rosário, em seu blog O Cafezinho, sobre a próxima capa da revista The Economist, que – depois de um ano de catastrofismo tupiniquim – resolveu aderir ao coro dos urubus.

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Jornalismo econômico: A guerra da desinformação não “surpreende”

by bloglimpinhoecheiroso

Raul_Seixas04A

Saul Leblon, via Carta Maior

Depois de anos de abuso do recurso adversativo – “país vai bem, mas…” – o jornalismo de economia agora se agarra ao verbo “surpreender”. E nele equilibra precariamente sua credibilidade.

Por exemplo: a Fundação Getulio Vargas informa na terça-feira, dia 24, que a confiança do consumidor na economia é a maior em cinco meses. Não só. O PIB também “surpreendeu” no segundo trimestre, resmungaram as manchetes diante do crescimento econômico bem acima do previsto pelo noticioso isento: 3,3% em relação a igual período de 2012.

O emprego foi outra variável que “surpreendeu” em agosto, com um salto de 26% na oferta de vagas formais. A arrecadação tributária manifestou também seu desacordo, na segunda-feira, dia 23, com as previsões cinzentas da emissão conservadora. A receita atingiu valor recorde no mês passado, com alta da ordem de 3% sobre agosto de 2012.

“Surpreendeu”, apesar dos R$51 bilhões em desonerações concedidas para fomentar a produção. Intervencionismo, de resto, inaceitável, pelos critérios da mídia financeirizada, que há anos vaticina o desequilíbrio fiscal “iminente” causado pela “gastança petista”. Para surpresa de seus leitores, não foi o que ocorreu até agora.

A sequência é infernal. Antes, ainda, as manchetes já haviam manifestado surpresa com a volta da inflação ao limite da meta do BC, em julho e agosto. E os consumidores não param de teimar. Em movimento quase paradoxal, eles reduziram a inadimplência e aumentaram as compras.

O comércio varejista brasileiro “surpreendeu”, com avanço de 1,4% de janeiro a agosto, frente ao mesmo período de 2012, desdenharam as manchetes na semana passada. Por fim, a contrariedade atravessou a fronteira para atazanar a vida dos pregoeiros do colapso.

Ben Bernanke, o presidente do Banco Central norte-americano, o FED, pirraceou na quarta-feira, dia 18. O incentivo à liquidez nos EUA não vai acabar tão cedo, anunciou sem precisar o novo horizonte, que pode varar 2014.

Colunistas que saboreavam a inevitável escalada da Selic, para conter o efeito da pressão cambial, associada a alta dos juros nos EUA, engoliram em seco e concederam: “O FED surpreendeu”.

A presença recorrente do efeito surpresa nas manchetes não deve ser entendida como sintoma do que não é. O País tem problemas estruturais sérios. Mas não exatamente aqueles listados pela mídia que se espanta com a inconsequência de seus vereditos e a baixa aderência de suas “soluções”.

A engrenagem econômica brasileira se ressente de mortífera sobrevalorização cambial que inibe exportações e transfere demanda para o exterior. As contas externas sofrem, ademais, com a erosão nas cotações das commodities.

O parque industrial, defasado tecnologicamente, está vendo suas cadeias serem esfareladas pela invasão dos importados. A infraestrutura grita e o modelo de investimento necessário à aceleração das grandes obras tarda.

Falta, sobretudo, uma estratégia política pactuada com a sociedade para vencer a transição entre uma economia pensada para 1/3 da população, e aquela requerida agora que o mercado de massa atingiu uma escala estruturante no Brasil.

Ao contrário do que sugere a pregação midiática, o desafio reside justamente em construir alternativas à matriz anacrônica da liberalização, sobretudo dos fluxos de capitais, que sonega consistência a qualquer projeto de desenvolvimento. Isso já era verdade na reunião de Bretton Woods, em 1944.

Um certo John Maynard Keynes dizia, então, que mesmo nos marcos do capitalismo, que afinal era o seu foco, não se pode servir a três deuses ao mesmo tempo. A saber: a liberdade de capitais, o livre comércio e a autonomia da política monetária – leia-se, a definição da taxa de juro, espoleta decisiva de um ciclo de investimento.

Um exemplo ilustra o quanto a lição ainda é atual. Ao primeiro sinal de recuo nas injeções de liquidez nos EUA, o BC brasileiro foi impelido a elevar os juros. Para preservar a atratividade do País diante de capitais ariscos, deu uma paulada na variável que pode reverter a natureza do capital especulativo em produtivo. E vice-versa, como neste caso.

Compreender o papel que joga o monopólio midiático nessa encruzilhada é crucial para reagir com eficácia ao cerco da agenda conservadora.

Em que medida é possível estruturar a agenda do desenvolvimento, centrando esforços no plano exclusivamente econômico, como tem sido feito, sem alterar o desequilíbrio clamoroso na difusão das ideias?

Em que medida a manipulação do discernimento social, condicionado por esférica máquina de difusão de interesses rentistas, restringe a própria palheta de soluções para a crise?

Recapitulemos. Vivemos há cinco anos o maior colapso do capitalismo desde 1929. Obra-prima do credo no Estado mínimo, associada à delegação suicida do destino da sociedade aos mercados autorreguláveis.

Restituir ao Estado seu papel – o que inclui, entre outras obrigações, o controle de capitais, para proteger a economia dos solavancos das finanças globalizadas – é parte da solução. Sacrificada, porém, no altar da desregulação, pelo mesmo jornalismo que, ora enfatiza as adversativas, ora flexiona ardilosamente o verbo “surpreender”. Quase como se fosse um sinônimo de desmentido. Não de suas premissas. Mas da própria realidade, que ele tudo fará para desautorizar.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Os preços caem, os terroristas se calam

 

Os terroristas midiáticos a cada diz ficam com menos argumentos para desenvolver as suas ações para  incutir no público a noção de que o Brasil está à beira do precipício.
Quem não se lembra da “inflação do tomate”?
Do descontrole inflacionário que reduziria a pó os esforços para a economia crescer e a poupança dos trabalhadores engordar?
As notícias foram amplificadas ad infinitum, lembrando a tática nazista de repetir uma mentira até que ela vire verdade.
Pois bem, dois índices de preços divulgados hoje (25) e ontem mostram que os preços estão caindo, que se registra uma deflação – o contrário da inflação.
Não é que os preços estejam subindo menos – eles estão em queda!

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) na capital paulista, medido pela Fipe, ficou em -0,16 na terceira prévia de julho, ante alta de 0,01 registrado na segunda prévia do mês. 
O IPC mostra que a taxa para o grupo de transportes passou de -0,39 para -1,21. Já a taxa para o grupo alimentação passou de -0,53 para -0,62. Em outro grupo, o de vestuário, o índice registrado passou de -0,29 para -0,20. Em habitação, a taxa diminuiu de 0,48 para 0,45. O conjunto de despesas pessoais passou de 0,32 para 0,34. Em saúde, o índice manteve-se em 0,26. O grupo de educação registrou 0,07, ante 0,12 registrado na última divulgação. 
Já o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), da Fundação Getulio Vargas, teve, na terceira semana deste mês, variação de -0,11%, ainda influenciado pela redução da tarifa de ônibus urbano. 
A taxa ficou 0,18 ponto percentual abaixo da registrada na semana passada. O levantamento mostrou que sete das oito classes de despesa que compõem o índice tiveram decréscimo. 
O principal foi no grupo de transportes (de -0,44% para -0,8%). Somente a passagem de ônibus passou de -1,59% para -3,07%. Também registraram decréscimo os grupos de alimentação (de -0,23% para -0,42%), habitação (de 0,49% para 0,36%), vestuário (de -0,03% para -0,54%), saúde e cuidados pessoais (de 0,38% para 0,35%), educação, leitura e recreação (de 0,31% para 0,23%) e comunicação (de 0,19% para 0,12%). O único grupo a registrar acréscimo foi o de despesas diversas (de 0,27% para 0,29%). (Com informações da Agência Brasil)

 

Preços ao consumidor recuam na terceira semana do mês

 Agência Brasil

Preços ao consumidor recuam na terceira semana do mês

Jose.romildo

Tuesday, July 23, 2013, 9:03 am

BRASIL

Fernanda Cruz
Repórter da Agência Brasil

São Paulo – O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), na terceira semana deste mês, teve variação de -0,11%, ainda influenciado pela redução da tarifa de ônibus urbano. A taxa ficou 0,18 ponto percentual abaixo da taxa registrada na semana passada.

O levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) mostrou que sete das oito classes de despesa que compõem o índice tiveram decréscimo. O principal foi no grupo de transportes (de -0,44% para -0,8%). Somente a passagem de ônibus passou de -1,59% para -3,07%.

Também registraram decréscimo os grupos de alimentação (de -0,23% para -0,42%), habitação (de 0,49% para 0,36%), vestuário (de -0,03% para -0,54%), saúde e cuidados pessoais (de 0,38% para 0,35%), educação, leitura e recreação (de 0,31% para 0,23%) e comunicação (de 0,19% para 0,12%).

O único grupo a registrar acréscimo foi o de despesas diversas (de 0,27% para 0,29%).

Edição: José Romildo
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