Eu sou gay

novoscorinthios

Foi dentro de um avião, em 29 de julho, na volta de sua visita de pop star ao Brasil, que o líder de uma das instituições mais homofóbicas da história da humanidade sentenciou: “Se uma pessoa é gay e procura Jesus, e tem boa vontade, quem sou eu para julgá-la?”.

A declaração do papa Francisco, respondendo a uma pergunta sobre um suposto lobby gay no Vaticano, rodou o mundo. Pela primeira vez, um sumo-pontífice se referia aos homossexuais sem atribuir a eles nenhum pecado. “O problema”, disse Francisco, “é fazer lobby de pessoas gananciosas, lobby de políticos, de maçons, tantos lobbies. Esse é o pior problema”.

Guardadas as devidas proporções e diferentes circunstâncias, acho que essa última fala se aplica à beijoca que o Emerson Sheik deu no dono do restaurante Paris 6 no último domingo. O problema não foi o selinho em si, mas o lobby. Ou, melhor, o…

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Jason Collins: Gay, Proud and Historic

Jason Collins: Gay, Proud and Historic

It was only a matter of time, and that time has arrived: In the latest issue of Sports Illustrated, NBA center Jason Collins has come out as gay.

The first thing to note is that this is a historic moment. Think about how long it has taken. Dave Kopay, a former NFL running back, declared he was gay 38 years ago, when he was three years removed from his playing career. Since then, other ex-athletes in major sports have come out. And active athletes in minor sports — such as Martina Navratilova in tennis — have come out.

Jonathan Mahler

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Jonathan Mahler is a sports columnist for Bloomberg View. He is the author of the best-selling “Ladies and Gentlemen, … MORE

Collins is different. Assuming he signs a new contract for the 2013-2014 season (he’s currently a free agent), he will be a trailblazer, the first openly gay active athlete in one of the four major professional sports in the U.S.

It should also be said — and celebrated — that Collins came out willingly. History has unwitting heroes; there’s nothing wrong with that. But it’s an undeniably good thing that our first openly gay athlete in a major sport wasn’t pushed out the closet by, say, a picture in a tabloid. America, and the gay-rights movement, deserved better.

In sports as in politics, our journey to this historic moment was both incremental and sudden. Remember that in 2008, both Hillary Clinton and Barack Obama publicly opposed same-sex marriage. By the summer of 2012, marriage equality was part of the Democratic Party platform.

Similarly, after years of agonizingly slow progress toward equal rights in the sweaty, hyper-heterosexual world of sports — for every step forward, there always seemed to be a step back — the pace suddenly quickened in recent months. Two active NFL players, Chris Kluwe and Brendon Ayanbadejo, filed an amicus brief with the Supreme Court in favor of marriage equality before it heard oral arguments last month. Soon after, the NHL formed a partnership with the You Can Play project, a group devoted to eliminating homophobia from sports.

For months now, rumors have been circulating in sports circles that an active athlete was about to come out. Why now? Collins, a 34-year-old NBA journeyman, explained in Sports Illustrated that his epiphany came when his old Stanford roommate, the Representative Joe Kennedy of Massachusetts, told him that he had marched in the 2012 Gay Pride Parade in Boston. “I was proud of him for participating but angry that as a closeted gay man I couldn’t even cheer my straight friend on as a spectator,” Collins wrote.

It’s hard not to wonder if the rise of social media wasn’t a factor, too. For someone on the cusp of coming out, much of the anxiety is about the reaction, and now all the reaction is pretty much instantaneous. (Needless to say, Jason Collins is trending on Twitter now.)

Now that an active player has come out, can a superstar be far behind?

(Jonathan Mahler is a Bloomberg View columnist. Follow him on Twitter.)

Pivô da NBA faz história e assume ser homossexual

 

Pivô da NBA faz história e assume ser homossexual

 

segunda-feira, 29 de abril de 2013 14:20 [Nenhum Comentário]

 

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O veterano pivô Jason Collins, que defendeu o Boston Celtics e o Washington Wizards na atual temporada da NBA, se tornou o primeiro atleta em atividade nas quatro maiores ligas esportivas dos Estados Unidos (basquete, hóquei, beisebol e futebol americano) a assumir ser homossexual. Em artigo publicado no site da revista Sports Illustrated, o jogador norte-americano de 34 anos revelou que é gay.

“Não tinha a intenção de ser o primeiro atleta assumidamente gay jogando numa equipe de um grande esporte norte-americano. Mas, uma vez que seja eu, fico feliz de iniciar esta discussão”, escreveu Jason Collins. No texto, ele também disse que espera que sua iniciativa dê coragem para outros esportistas possam revelar publicamente que são homossexuais. E avisou que deseja continuar sua carreira na NBA.

Ao longo de 12 temporadas na NBA, Jason Collins defendeu seis equipes diferentes (New Jersey Nets, Memphis Grizzlies, Minnesota Timberwolves, Atlanta Hawks, Boston Celtics e Washington Wizards), com médias de 3,6 pontos e 3,8 rebotes por jogo. Envolvido numa troca, ele chegou à equipe da capital em fevereiro, mas seu contrato terminou ao final da temporada regular e agora está com futuro indefinido.

A iniciativa histórica de Jason Collins recebeu apoio imediato dentro do país. Principal dirigente da NBA, David Stern elogiou o veterano pivô por quebrar uma barreira como essa no esporte de elite dos Estados Unidos – até então, apenas ex-atletas já tinham assumido publicamente o homossexualismo. “Estamos orgulhosos de que ele tenha ocupado essa posição de liderança nesse importante tema”, afirmou o cartola.

Até mesmo Bill Clinton se manifestou para elogiar o veterano jogador, que foi colega de faculdade da sua filha Chelsea. “O anúncio de Jason é um momento importante para o esporte profissional e para a história da comunidade LGBT”, disse o ex-presidente dos Estados Unidos. “Espero que todos, especialmente os colegas de Jason na NBA, a imprensa e seus fãs deem a ele o apoio e o respeito que ele merece.”