Over 16,000 Syrians killed by US-backed rebels since February – Russian UN mission — RT News

Over 16,000 people have fallen victim to opposition groups meant to be under US control, Russia’s Permanent Mission to the United Nations said in a statement assessing how Russia-US agreements on Syria are being implemented.

Fonte: Over 16,000 Syrians killed by US-backed rebels since February – Russian UN mission — RT News

Esquadrões da morte: de El Salvador ao Afeganistão

16 DE JULHO DE 2013 – 8H07 

Esquadrões da morte: de El Salvador ao Afeganistão

 

Edward Snowden fez lembrar mais uma vez ao mundo que os serviços de inteligência têm a possibilidade de espiar qualquer pessoa. Bradley Manning, que apoia suas ideias, já espera nos Estados Unidos um veredito por ter revelado publicamente testemunhos da imposição da “nova ordem” no Iraque.

Por Vadim Fersovich, na Voz da Rússia

 

Ministério da Defesa da França

Esquadrões da morte - randômica

Esquadrões da morte treinados por militares estadunidenses e europeus atuam em vários países

Em março, o jornal britânico The Guardian publicou materiais de Manning (Iraq War Logs), que mostram como instrutores militares americanos preparavam destacamentos especiais da polícia iraquiana à conta do Pentágono. Entre jornalistas, estes destacamentos têm o nome de “esquadrões da morte”.

Este termo foi utilizado pela primeira vez nos anos 1930 em relação aos destacamentos da Guarda de Ferro romena, que intimidavam e matavam sem distinção seus adversários políticos.

Contudo, os “esquadrões da morte” ganharam maior fama nos anos 1970-1980, quando tais grupos foram formados em muitos países da América Latina e, em alguns casos, com ajuda externa.

No Salvador e Honduras, estes destacamentos foram compostos e treinados por instrutores militares americanos e financiados pela CIA. Em resultado deflagrou um escândalo e os Estados Unidos foram obrigados de reduzir ajuda a esses países. 

Mas “esquadrões da morte” continuam a existir também no século 21 sem alcançar seus objetivos: aqueles contra quem eles lutavam são ou serão presidentes.

Assim, em 2009, Mauricio Funes, representante da Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional (FMLN), uma organização de esquerda, foi eleito presidente do Salvador. 

Na República das Honduras, o antigo presidente Manuel Zelaya, que em tempos abandonou o país após ameaças de matá-lo, hoje é o principal pretendente ao posto de presidente. Pelos vistos, raids noturnos, campos de filtração, justiças sumárias, assassinatos e torturas já não são eficazes para impor a ordem necessária.

No entanto, a julgar por materiais de Manning e do The Guardian, tais métodos ainda não perderam sua popularidade. Quando em 2006 os confrontos armados entre comunidades religiosas no Iraque ameaçavam início de uma guerra civil, conselheiros americanos com “experiência salvadorenha” formaram no Exército e na polícia destacamentos especiais para impor a ordem. 

Em 2008, o conselheiro do grupo antiterrorista iraquiano, coronel em reserva Roger Carstens, disse à revista The Nation que os serviços especiais dos EUA “criaram a mais potente força na região”.

De fato, a sua estrutura contava com cerca de 6.000 pessoas em 2006. Seus métodos não foram diferentes dos aplicados no Salvador. Nas palavras de Carstens, “tudo de que gostam estes rapazes é matar dias inteiros ‘más pessoas’”.

Na altura, no país, foram encontrados mensalmente até 3.000 cadáveres. Torturas cruéis, assassinatos ocultos e intimidação maciça da população com a ajuda de destacamentos especiais do Exército e da polícia apenas aproximaram a guerra civil no país.

Em maio último, o presidente do Iraque declarou que não admitirá a formação de destacamentos militarizados de proteção de cidadãos por caraterísticas religiosas, mas estes destacamentos apareceram já em junho. 

Atualmente, dezenas de pessoas são mortas diariamente no Iraque, enquanto o programa de formar uma polícia eficaz no país fracassou totalmente.

 

 

William Waack sai do armário

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William Waack sai do armário

Wednesday, July 10, 2013, 9:01 am

BLOGS DE POLÍTICA

JANIO DE FREITAS

Espiados e indignados

Cumpramos o ritual de fingir-nos surpresos e indignados com a espio-nagem agora revelada

Vamos fingir que nos sentimos surpresos e indignados. Vamos à ONU com um protesto contra a espionagem com que o governo dos Estados Unidos invadiu mensagens eletrônicas no Brasil. Vamos cobrar do governo americano explicações sobre a central de espionagem instalada em Brasília pelo combinado CIA-NSA.

Faz parte da boa educação cívica mostrar-se surpreso e indignado. Tal como os franceses do presidente François Hollande, pouco antes de ele se sujeitar aos EUA e proibir o sobrevoo da França pelo avião em que supunham estar Edward Snowden, o revelador das espionagens americanas naquele, no nosso e em numerosos outros países.

Cumprido o ritual da surpresa e da indignação, podemos reconhecer que estamos entre os países de maior hospitalidade, senão a maior de todas, a agentes de informação, de subversão antidemocrática e de espionagem dos EUA. Qualidade nacional de que há provas sem conta. Mas, para ficar só em exemplos poucos e notórios, lembremos que o golpe de 1964 foi articulado em três frentes –a militar, a empresarial e a política.

A primeira foi montada pelo adido militar da embaixada dos EUA, general Vernon Walters, especialista em golpes mandado ao Brasil para mais um.

A segunda foi executada pelo próprio embaixador Lincoln Gordon, junto ao grande empresariado e a meios de comunicação. E a terceira ficou a cargo de uma entidade da CIA chamada Ibad, montada e dirigida por um tal Ivan Hasslocher, deslocado para a Suíça logo depois do golpe.

Antes disso, outro embaixador americano, Adolf Berle Jr., orientou, com sua equipe, uma conspiração militar para derrubada de Getúlio.

Repórteres americanos como John Gerassi e ex-agentes da CIA como Phillip Agee, entre muitos outros, publicaram artigos, reportagens e livros sobre a atividade de agentes na América Latina e, em particular, no Brasil. Foram muito pouco publicados aqui.

Não se esperariam atitudes, contra essa liberdade de invasão da CIA, por parte dos seus aliados-beneficiários brasileiros, fossem ainda conspiradores ou já governo. Mesmo os alvos da ação, porém, jamais usaram dos seus poderes legais para contê-la. Todo o governo Jango sabia das atividades de Gordon e de Walters. Em Pernambuco e em Goiás foram identificados agentes insuflando lavradores. O governo nada fez. Desde sempre consta da legislação brasileira que os militares são responsáveis pela soberania nacional. Nenhum dos seus chefes se moveu contra as violações praticadas pelos americanos.

Mais recentemente, a criação do Sivam (Sistema de Vigilância da Amazônia) foi entregue à Raytheon, empresa que presta serviços ao Departamento de Defesa (nome do departamento que superintende o planejamento e a execução dos ataques militares e invasões de países pelos EUA). A concorrência foi tão limpa, que a precedeu até a invasão dos escritórios da então Thomson no Rio, multinacional francesa que era a mais provável vencedora e teve todos os seus estudos e projetos roubados.

Declarada “vencedora” a Raytheon, Fernando Henrique telefonou ao presidente Bill Clinton para informá-lo a respeito. Depois explicaria o resultado e o telefonema: “O Clinton pediu pela Raytheon…”.

Desde então, todos os dados sobre espaço aéreo, solo e subsolo da Amazônia são transmitidos, em rede e equipamentos criados pela Raytheon, para a central do Sivam. Se você quiser, pode acreditar que a transmissão termina aí.

Os espiões e agentes de americanos são íntimos nossos. Mas cumpramos o ritual de fingir-nos surpresos e indignados com a espionagem agora revelada.

AS AMEAÇAS…

 Com Texto Livre

Congresistas estadounidenses amenazan a países que ofrecen asilo a Snowden

Monday, July 08, 2013, 1:36 pm

BLOGS DE POLÍTICA

Republicanos y demócratas consideran fundamental sancionar económicamente al país que se atreva a brindarle asilo político al exagente de inteligencia Edward Snowden, porque, a su juicio, constituyen acciones “en contra de los Estados Unidos”.
Titular del Comité de Inteligencia de la Cámara
de Representantes, Mike Rogers
Legisladores estadounidenses lanzaron este domingo amenazas contra aquellos países latinoamericanos que consideran la posibilidad de otorgarle asilo político al exagente de inteligencia Edward Snowden, entre ellas la imposición de sanciones económicas y comerciales por “ponerse a sí mismos en contra de Estados Unidos”.
El presidente del Comité de Inteligencia de la Cámara de Representantes,el republicano Mike Rogers, fue el primero en amenazar con sancionar al país que otorgue asilo al excontratista de la Agencia de Seguridad Nacional (NSA, por su sigla en inglés).
Por ello, Rogers llamó a la acción del Gobierno de Estados Unidos para sancionar el hecho de los países latinoamericanos “utilicen a Snowden como herramienta de relaciones públicas”.
“No debemos permitir que esto suceda y cruzarnos de brazos. Este es un asunto serio. Algunas empresas latinoamericanas gozan de los beneficios del comercio con Estados Unidos y vamos a tener que revisarlos”, manifestó.
De igual manera, el titular del Comité de Relaciones Exteriores del Senado, el demócrata Robert Menendez, adelantó que el otorgamiento de asilo y protección a Snowden provocaría serias implicaciones políticas y económicas.
“Es evidente que cualquier aceptación de Snowden de algún país, cualquiera de estos tres u otro, va a ponerlos directamente en contra de Estados Unidos. Necesitan saber eso”, dijo Menéndez, en referencia a Venezuela, Nicaragua y Bolivia.
“Es muy claro que cualquiera de estos países que aceptan ofrecerle asilo político están dando un paso en contra de Estados Unidos. Es una declaración muy clara. No estoy sorprendido por los países que le están ofreciendo asilo”, aseveró el senador.
Las declaraciones tienen lugar después que los gobiernos de Venezuela, Nicaragua y Bolivia ofrecieron asilo político al también exagente de la Agencia Central de Inteligencia (CIA), acusado de espionaje por revelar a la prensa programas secretos de espionaje de la NSA.
Por otro lado, Roger añadió que la Casa Blanca debe presionar a Rusia para que entregue a Snowden a la justicia norteamericana, posibilidad rechazada por el presidente Vladimir Putin, quien ha reiterado que el exempleado de seguridad es un hombre libre.
Snowden llegó a la terminal aérea de Moscú el pasado 23 de junio, procedente de Hong Kong y ha pedido asilo político a 27 países, la mayoría de los cuales rechazaron su solicitud, o pusieron como condición que el demandante se encuentre en su territorio.