Apple n’a pas le droit de photographier Oslo depuis le ciel

Apple n’a pas le droit de photographier Oslo depuis le ciel

Le Monde.fr avec AFP | 13.08.2013 à 19h08

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"Le niveau de précision des prises de vue est jugé trop élevé pour certaines zones soumises à restrictions", a justifié la porte-parole de l'Autorité de sécurité nationale (NSM), Mona Stroem Arnoey.

 

Les services de renseignement norvégiens ont, pour des motifs de sécurité intérieure, interdit à Apple de survoler la ville d’Oslo pour faire des photographies aériennes 3D destinées à son application cartographique, a-t-on appris de source officielle mardi 13 août.

“Nous avons en revanche proposé à Apple des solutions de substitution, à savoiracheter ces photos auprès de fournisseurs norvégiens ou de l’Autorité norvégienne de cartographie”, a déclaré le porte-parole de l’Autorité de sécurité nationale (NSM), Mona Stroem Arnoey.

Ses propos confirment une information parue dans le journal norvégienAftenposten qui avait révélé cette semaine que la Norvège, contrairement à ses voisins suédois et danois, avait contrarié les projets cartographiques d’Apple.

Chargée de la sécurité préventive du pays scandinave, la NSM a refusé tout commentaire sur le nombre et la nature des zones soumises à restrictions. Les photos de ces zones fournies par les acteurs norvégiens sont, quant à elles, d’une résolution moindre ou floutées.

Très critiquée pour de sidérantes imprécisions de sa première application cartographique faite maison en remplacement de Google Maps, la firme de feu Steve Jobs a développé la fonction Flyover qui permet le survol interactif des grandes métropoles. Contactée par l’AFP, Apple n’était pas en mesure de fournirun commentaire dans l’immédiat.

Ativistas do Greenpeace ocupam usina para forçar governo francês a reduzir produção de energia atômica

 Agência Brasil

Ativistas do Greenpeace ocupam usina para forçar governo francês a reduzir produção de energia atômica

Talita.cavalcante

Monday, July 15, 2013, 8:00 am

BRASIL

Renata Giraldi*
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Ativistas da organização não governamental (ONG) Greenpeace ocuparam hoje (15) a Usina Nuclear de Tricastin, na região de Drome, no Sul da França. A ideia é forçar o governo do presidente François Hollande a fechar usinas nucleares e, assim reduzir a produção de energia deste tipo no país. Os manifestantes estão com bandeiras e faixas com críticas à produção de energia atômica. De acordo com a organização do Greenpeace, alguns manifestantes foram presos. Não foi informado o número.

Nas bandeiras e faixas, havia mensagens como “Tricastin: Um Acidente Nuclear” e “François Hollande: Presidente de Uma Catástrofe?”, em referência ao presidente francês. Os responsáveis pela usina ainda não se manifestaram.

No site do Greenpeace, os ativistas dizem que Tricastin é uma ameaça à segurança e provoca agressões às pessoas e à natureza. Os ativistas dizem que a usina é uma das mais antigas do país, em atividade há cerca de 30 anos.

Os manifestantes lembram que o governo Hollande se comprometeu a reduzir a produção de energia nuclear na França pela metade até 2025, o que na prática representa o fechamento de dez reatores até 2017 e 20 até 2020, segundo os cálculos do Greenpeace.

Nos últimos anos, ativistas do Greenpeace organizaram várias ocupações em usinas nucleares, na tentativa de chamar a atenção para o que descrevem como perigos da energia atômica e para expor os problemas de segurança nas centrais elétricas.

*Com informações da agência pública de notícias de Portugal, Lusa.

Edição: Talita Cavalcante