New obesity strategy unveiled as country urged to lose weight to beat coronavirus (COVID-19) and protect the NHS – GOV.UK

New package of measures and ‘Better Health’ campaign announced to help people lose weight.

Fonte: New obesity strategy unveiled as country urged to lose weight to beat coronavirus (COVID-19) and protect the NHS – GOV.UK

Dozens of protesters arrested during peaceful Million Masked March in London | The Independent

Dozens of people were arrested after thousands of protesters descended on central London for the Million Masked March.  Wearing characteristic Guy Fawkes masks, supporters of the mysterious hacking collective Anonymous crowded into Trafalgar Square with scores of police on hand to keep order. The group’s agenda is broadly anti-capitalist and pro-civil liberty. It is one of many similar marches held worldwide on 5 November.

Fonte: Dozens of protesters arrested during peaceful Million Masked March in London | The Independent

Polícia britânica diz avaliar novos dados sobre morte de Diana

Polícia britânica diz avaliar novos dados sobre morte de Diana

Atualizado em  17 de agosto, 2013 – 15:38 (Brasília) 18:38 GMT
Princesa Diana (PA)

Princesa morreu em acidente de carro com o namorado, em 1997

A polícia de Londres disse neste sábado estar apurando possíveis novas pistas relacionadas às mortes da princesa Diana e de seu namorado Dodi Al Fayed, ambos vítimas de um acidente de carro em Paris, em 1997.

A “credibilidade e a relevância” das pistas recém-recebidas ainda estão sendo avaliadas por um comando especial, segundo os policiais – que agregaram que isso não significa a reabertura das investigações sobre o caso.

“(As mortes) já foram cuidadosamente investigadas e examinadas” por um inquérito prévio levado à Justiça londrina, diz o comunicado da Polícia Metropolitana.

Não há detalhes sobre quais as novas informações sob escrutínio.

Teorias e ‘negligência’

Segundo o comunicado policial, a apuração atual tampouco está relacionada à chamada “Operação Paget” – investigação das suspeitas de que Diana e seu namorado teriam sido assassinados, teoria endossada na época pelo pai de Dodi, Mohamed Al Fayed.

A operação concluiu em 2006 que as teorias eram infundadas. Dois anos depois, um inquérito sobre o caso concluiu que o casal foi morto por conta da “grosseira negligência” de seu motorista, Henri Paul, também morto no acidente.

Paul estaria bêbado enquanto dirigia, e os ocupantes do carro não estavam usando cintos de segurança.

Diana, ex-mulher do príncipe Charles e mãe dos príncipes William e Harry, tinha 36 anos na época de sua morte.

Ela, Dodi e Paul estavam em uma Mercedes alugada que colidiu com um pilar em um túnel parisiense. O casal havia acabado de sair de um hotel na cidade e tentava escapar de paparazzi que os seguiam de moto.

O único sobrevivente do acidente foi o guarda-costas de Dodi, Trevor Rees-Jones.

Brazil World Cup Protests: Brazilians Demonstrate Against High Cost Of Hosting Tournament

Brazil World Cup Protests: Brazilians Demonstrate Against High Cost Of Hosting Tournament

By TALES AZZONI 06/15/13 09:01 PM ET EDT AP

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Brazil World Cup Protests

Riot police arrest a protester during a rally near Brasilia’s Estadio Nacional Mane Garrincha to protest against the allocation of funds towards the Confederations Cup and next year’s World Cup at a time when Brazil is in dire need of investment in other areas, they argue on June 15, 2013, prior opening Confederation match between Brazil and Japan. (BETO BARATA/AFP/Getty Images)
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BRASILIA, Brazil — About 1,000 protesters complaining about the high cost of staging the World Cup demonstrated in front of the National Stadium in Brasilia just hours before Brazil played Japan in the opening match of the Confederations Cup on Saturday.

Riot and mounted police were called in to keep demonstrators from getting too close to the stadium as thousands of fans arrived for the inaugural match in the nation’s capital. The protesters started chanting and marching about a mile away from the venue.

Tear gas bombs were thrown by the police and pepper spray was used to try to control the protesters as they moved near the venue. Local media said police later shot rubber bullets to disperse the crowd and at least two people were injured, including a 16-year-old student. Authorities said 15 people were arrested.

The match was not disrupted by the protest and Brazil won 3-0 in front of a crowd of 67,423 people.

The protesters shouted against the local government and carried banners saying that too much money was being spent on the Confederations Cup and next year’s World Cup while the majority of the population continued to struggle.

“We are demanding more respect to the population,” said 21-year-old Vinicius de Assis, one of the protesters. “They are building these overpriced stadiums and are not worrying about the situation of their own people.”

The demonstrators also shouted against FIFA, saying that soccer’s governing body doesn’t have the right to make demands on the Brazilian government. “FIFA, go away,” they chanted.

The protesters also said they are being excluded from the tournaments because of the high prices of match tickets.

“This is a shame, this is our money that they used for these tournaments,” said demonstrator Jaisson Peres. “Millions and millions spent and we don’t get anything in return.”

They held banners and signs reading “Health? Education? No! Here everything is for the World Cup.”

“I’m upset that all public money for construction, hospitals and schools is being used to build stadiums without any utility,” said student Ana Leticia Ribeiro. “After the World Cup, no one will use this.”

The stadium in Brasilia was one of the most expensive of the six built ahead of the World Cup warm-up tournament, costing about $600 million.

The local government initially said that only about 200 demonstrators participated in the protest. It said in a statement that police used “progressive force” to keep the protest under control but said they would take action if needed to keep the demonstrators away from the stadium.

“Authorities will not allow any disturbance of public order or any threats against the match,” the government said. “It’s guaranteed that fans have complete access to the stadium.”

There have been violent protests in Sao Paulo and Rio de Janeiro these past weeks as thousands of demonstrators complained of rising bus and subway fares. The protesters in Brasilia said they had no intention of vandalizing any public property.

FIFA on Friday expressed “full confidence” that Brazilian authorities have shown they can manage disorder in the streets.

The Brazilian government said 54,000 security officers are involved in implementing the security plan designed for the warm-up competition. The national defense contingent relies on 20,000 security officers in the host cities, including more than 1,000 military personnel specialized in combating terrorism.

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O cotidiano em Nottingham, a cidade mais pobre da Inglaterra

O cotidiano em Nottingham, a cidade mais pobre da Inglaterra

Enviado por luisnassif, qua, 05/06/2013 – 14:02

Por Demarchi

Da BBC Brasil

Agiotas e pijamas fazem o dia a dia da cidade mais pobre do Reino Unido

Muitos associam a cidade de Nottingham, no centro da Inglaterra, à lenda de Robin Hood, o arqueiro infalível que assaltava os ricos que passavam pelos bosques ao norte da cidade para dar o dinheiro roubado aos pobres. Ou, ainda, ao romance O Amante de Lady Chatterley, de D. H. Lawrence, que retrata a região.

No entanto, Nottingham tem ultimamente ganhado notoriedade na Grã-Bretanha por um outro motivo: segundo os dados mais recentes do Escritório Nacional de Estatísticas do país, os moradores de Nottingham tem a menor renda líquida, descontados os impostos, de todo o país.

A renda média anual das pessoas na Grã-Bretanha, incluindo-se aí os benefícios sociais, é de 16.034 libras (cerca de R$ 52.152). Em Nottingham é de 10.834 libras (aproximadamente R$ 35.238).

Um dos locais onde a realidade de pobreza de Nottingham pode melhor ser vista é o bairro de Meadows, ao sul do centro, onde proliferam conjuntos habitacionais para pessoas de baixa renda.

Desespero

Não é surpreendente que a área de habitações populares seja um território fértil para ação de agiotas. Em Meadows, eles são os melhores amigos das pessoas na vizinhança.

Sharon Mills, do Meadows Partnership Trust, uma organização financiada pelo governo que oferece ajuda aos residentes daquela área, explica o porquê.

“Se você está desesperado com os filhos que não comem há três dias e alguém bate à sua porta oferecendo um empréstimo, ele é visto como um Messias”, disse.

Mills descreve essas pessoas como uma verdadeira “alcateia”, dispostas a recorrer à intimidação para recuperarem seu dinheiro.

“Eles sabem até mesmo o dia em que as pessoas recebem seus salários e assim vem literalmente botando a porta a baixo em alguns casos”.

Às três da tarde de pijama

Muito pouca gente no bairro pode se dar ao luxo de ter algum divertimento.

Ao longo dos anos, Meadows tem ganhado uma reputação de ambiente violento devido à presença de drogas e álcool.

Porém, mais que isso, o que parece ser uma mais constante é a falta de dinheiro dos moradores.

“Veja, são três da tarde e você vê gente por todo lado de pijama. Isso é uma desolação”, afirmou Rachael Oldfield, uma mãe solteira de 35 anos que trabalha meio período como auxiliar administrativa.

Rachael conta que seus momentos mais difíceis são quando chega o dia do pagamento.

“Sempre estou esperando por este momento, planejando me divertir, sair para jantar com amigos. Porém, tenho que cancelar os planos, porque senão gasto todo meu dinheiro.”

Sonhando com o sol

Rachael recebe seu salário no final do mês. No início do mês seguinte já não tem quase nada: seu pagamento se foi para pagar todas as contas. Ela sobrevive com aproximadamente 140 libras (cerca de R$ 455) em benefícios pagos pelo governo, o que é garantido pelos impostos que paga. Além disso, recebe outras 134 libras (aproximadamente R$ 435) como benefício para os filhos.

Ela deve 2,5 mil libras (pouco mais de R$ 8,1 mil) em contas de água e luz, que está pagando aos poucos.

Ainda assim, Rachael não se considera uma pessoa sem sorte. Sua filha vai bem na escola e seu filho joga futebol.

Outro sinal evidente da pobreza em Meadows está na escassez de qualquer tipo de luxo.

Adbul Haq sofre de diabetes e artrite e sobrevive com a pensão do governo por invalidez. Sonha como muitos outros em viajar para outros lugares.

“Não saio de férias há seis anos. Adoraria ir a algum lugar quente, mas não é possível.”

Esperança

Recentemente foi inaugurado um banco de comida que ajuda as necessidades básicas dos mais pobres. O resultado da ação diminuiu os roubos de pão e leite nos supermercados.

Mas nem todos são otimistas. David Gretton, que trabalha em um órgão do governo que oferece aconselhamento aos moradores do bairro, teme o impacto dos cortes nos benefícios sociais que o governo autorizou mês passado.

“Em três ou quatro meses vamos ver mais oficiais de justiça, porque as pessoas deixaram de pagar impostos”, lamenta Gretton.

Sharon Milles crê que os cortes de benefícios deste ano tornarão a vida dos residentes de Meadows ainda mais dura.

Ainda assim, o bairro consegue pequenos espaços de esperança. Em um centro comercial da área pode se ver um cartaz gigante que informa que Meadows é finalista de um concurso nacional de horticultura.

Se as plantas se demonstrarem tão resistentes como os residentes do bairro, seguramente Meadows levará o primeiro lugar.