ESCLARECENDO A MENTIRA DA FOLHA DE SÃO PAULO… MAIS UMA…

folhacoxinha

Folharepete o Dr. Mentira para atacar “Mais Médicos”. E é pega em flagrante.

30 de agosto de 2013 | 08:42

A tolice da matèria de ontem da Folha, que a gente apontou aqui, era só uma amostra do péssimo jornalismo que ela resolveu fazer contra o “Mais Médicos”.

Anuncia que as prefeituras vão demitir seus médicos para fazerem economia, colocando no lugar um profissional do “Mais Médicos”.

Isso é, sem meias-palavras, mentira.

E a Folha saberia – se é que não sabe – que, ao demitir um médico das suas unidades básicas de saúde, uma prefeitura perde os recursos que o Ministério já paga para que ela lhe custeie o salário, encargos e demais despesas.

Mas a Folha não foi sequer ouvir o Ministério da Saúde antes de abrir manchete.

Pegou boatos recolhidos por três funcionários em Manaus, Fortaleza e recife, com a ajuda dos CRMs locais – duvido e faço pouco que os repórteres tenham viajado centenas de quilometros pela selva e pelo sertão- juntou tudo em São Paulo, bateu no liquidificador e fez uma peça digna de qualquer jornaleco sensasionalista.

A prova da mentira deliberada está aqui, neste vídeo, gravado diante dos repórteres da Folha, no dia 14, onde o ministro Alexandre Padilha explica que as prefeituras que fizerem isso perderão dinheiro, em lugar de ganhar.

A mesma informação pode ser lida aqui, na página do MS.

A Folha não precisava, aliás, nem ter ouvido o Ministério. Bastava que fizesse o que eu fiz, buscar no Google.

Mas não fez e, dessa forma, igualou-se ao espertalhão de Goiânia que quis justificar a sua demissão como um “invasão dos cubanos”.

Certamente, entre as quase quatro mil prefeituras do país inscritas no “Mais Médicos” haverá demissão de algum profissional. Porque não aparece para trabalhar, porque brigou com alguém, porque, simplesmente, resolveu que não quer mais aquilo. Como acontece com qualquer profissão.

Transformar isso num problema do programa é simples desonestidade e sensacionalismo barato.

Barato, não, caro, porque desqualifica uma iniciativa que é importantíssima para a saúde e a vida de milhões de brasileiros pobres.

Daqui a pouco, estará rodando na internet este “escândalos”, movida pelas reproduções de “coxinhas” e “anonimous” facistóides de classe média, que, além de não terem capacidade de compadecer-se com a situação do povo pobre, não têm capacidade para raciocinar e verificar informações, exatamente como fez a Folha.

Se nesse país hovesse coragem para enfrentar e  justiça para proteger a verdade, amanhã a Folha estaria sendo obrigada a publicar um desmentido de primeira página, em letras garrafais como as que usa para mentir.

Mas – e olhe lá – gaguejará “esclarecimentos” amanhã e sua ombudswoman, uma pessoa reconhecidamente gentil, escreverá domindo “ai, que coisa feia, pessoal…”

Por: Fernando Brito

 

 

 

Ministro reafirma segurança jurídica do #MaisMédicos em encontro com blogueiros

See on Scoop.itBOCA NO TROMBONE!

O ministro Alexandre Padilha, participou no último sábado (24) de encontro com blogueiros para responder dúvidas relacionadas ao programa #MaisMédicos. Entre os temas abordados está a questão da segurança jurídica do programa.

See on www.blog.saude.gov.br

A Saúde de Cuba e a Insanidade dos Críticos

See on Scoop.itBOCA NO TROMBONE!

A visão de Michael Moore sobre a saúde de Cuba
Tijolaço
Coloquei lá embaixo, na seção de vídeos, um trecho do documentário Sicko, de Michael Moore, o diretor do consagrado Tiros em Columbine, Oscar de melhor documentário em 2003..

See on amoralnato.blogspot.com

Médicos brasileños amenazan a galenos extranjeros con la policía

 

 
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Médicos brasileños amenazan a galenos extranjeros con la policía

El salario ofrecido por el Gobierno brasileño a los médicos extranjeros es de 10.000 reales (unos 4.080 dólares) por mes, pero el caso de los cubanos tiene sus propias particularidades, como por ejemplo que el Estado cubano se queda con al menos 55% del salario de cada galeno, según la prensa brasileña..

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Médico española Sonia González llega para trabajar en Brasil contratada por Gobierno (Efe)
 
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EL UNIVERSAL
sábado 24 de agosto de 2013  04:50 PM
Brasilia.- La llegada a Brasil de los primeros médicos extranjeros contratados para paliar la pésima atención en la salud pública ha exacerbado el rechazo de los colegios profesionales del país, que amenazan con denunciar a sus colegas ante la policía por un supuesto “ejercicio ilegal de la profesión”.

El desprecio que los colegios de médicos han mostrado frente a los extranjeros que empezaron a llegar al país este viernes y lo seguirán haciendo este fin de semana ha llegado a avergonzar a algunos profesionales que aceptaron la oferta hecha por el Gobierno de Dilma Rousseff, mencionó Efe

“Por favor, no me reciban mal. El Gobierno brasileño pidió ayuda y vine”, declaró a periodistas el español Rafael de Quinta Fruto, de 59 años y cuya esposa es brasileña.

Quinta Fruto llegó a la ciudad de Recife, explicó que tenía trabajo en España, hasta con un salario mejor al que se le ofrece en Brasil, pero quiso complacer a su esposa, que deseaba volver a su país.

“Vivió doce años conmigo en España. Quería volver y he decidido complacerla. Vine por amor. No me reciban mal”, declaró el médico, quien si aprueba unos exámenes de portugués y otros propios de su profesión trabajará en una empobrecida zona del estado de Pernambuco.

Según el Gobierno, una de las razones de las deficiencias en la atención denunciadas en las masivas manifestaciones de junio pasado es la escasez de personal calificado, sobre todo en las zonas más pobres, en las los médicos brasileños se resisten a trabajar.

Brasil tiene una tasa de 1,8 médicos por cada 1.000 habitantes, bajísima en relación a otros países y que llega a 3,7 en Uruguay, a 3,2 en Argentina o 4 en España.

Pese a esa necesidad, los colegios profesionales del país se han plantado contra los extranjeros, han pedido al Tribunal Supremo que se les impida trabajar y hasta amenazan con denunciar a sus colegas a la policía.

La mayor trinchera de esa resistencia está en los Consejos Regionales de Medicina, órganos colegiados que regulan la profesión y calificaron de “afrenta” la contratación de médicos extranjeros.

“No se le dará el registro a un extranjero sólo porque la presidenta quiere”, declaró el presidente del Consejo Regional de Medicina del estado de Maranhao, Abdon Murad Neto.

El presidente del Consejo del estado de Paraná, Alexandre Bley, fue más allá y aseguró que un médico que trabaje sin contar con el registro en esos organismos profesionales estará “haciendo ejercicio ilegal de la profesión y eso en Brasil es un caso de policía”.

El ministro de Salud, Alexandre Padilha, le salió al paso hoy a las amenazas y aseguró que los médicos extranjeros tienen una total “garantía jurídica”.

Según Padilha, las críticas que permitan mejorar el programa son “bienvenidas”, pero no así “las amenazas, que son contra la salud de la población que no tiene médicos”.

La contratación de extranjeros fue anunciada en julio pasado y se restringe a las zonas más remotas y pobres del país.

Mediante ese programa, se abrieron 15.460 plazas en la red de salud pública, pero sólo se presentaron poco más de mil aspirantes brasileños y los puestos restantes fueron ofrecidos en el exterior.

Hasta ahora fueron contratados 244 médicos graduados en otros países, de los cuales 145 son extranjeros y los 99 restantes son brasileños que estudiaron en el exterior.

Además, esta semana se anunció un acuerdo con Cuba, firmado en el marco de la Organización Panamericana de la Salud (OPS), mediante el cual 4.000 médicos de la isla trabajarán en Brasil.

El salario ofrecido por el Gobierno brasileño es de 10.000 reales (unos 4.080 dólares) por mes, pero el caso de los cubanos tiene sus propias particularidades.

Según el acuerdo, el Gobierno cubano recibirá el salario de los médicos a través de la OPS y le pagará a sus profesionales.

El ministro Padilha admitió que desconoce cuánto dinero recibirá cada médico cubano, pues eso depende del Gobierno de La Habana.

La prensa local ha publicado datos sobre médicos de la isla que trabajan en otros países bajo acuerdos similares, según los cuales el Gobierno cubano les retiene más del 55% del salario, pero eso no ha sido confirmado por ninguna fuente oficial.

O debate sobre a chegada de médicos cubanos é vergonhoso (Por Paulo Moreira Leite)

Luíz Müller Blog

Do ponto de vista da saúde pública, temos um quadro conhecido. Faltam médicos em milhares de cidades brasileiras, nenhum doutor formado no país tem interesse em trabalhar nesses lugares pobres, distantes, sem charme algum – nem aqueles que se formam em universidades públicas sentem algum impulso ético de retribuir alguma coisa ao país que lhes deu ensino, formação e futuro de graça.

Respeitando o direito individual de cada pessoa resolver seu destino, o governo Dilma decidiu procurar médicos estrangeiros. Não poderia haver atitude mais democrática, com respeito às decisões de cada cidadão.
O Ministério da Saúde conseguiu atrair médicos de Portugal, Espanha, Argentina, Uruguai. Mas continua pouco. Então, o governo resolveu fazer o que já havia anunciado: trazer médicos de Cuba.
Como era de prever, a reação já começou.
E como eu sempre disse neste espaço, o conservadorismo brasileiro não consegue esconder sua submissão aos…

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Médicos de Cuba, bienvenidos camaradas!

bloglimpinhoecheiroso

Miguel do Rosário, via O Cafezinho

A decisão do governo de trazer 4 mil médicos cubanos criou um fato político interessante. Política é feita de símbolos e Cuba é o símbolo mais polêmico, mais profundo e mais romântico da esquerda brasileira.

Entretanto, não creio que, à exceção de neuróticos de extrema-direita, alguém tema que esta iniciativa seja um ensaio para o PT deflagrar uma revolução cubana no País. Ao contrário, a medida ajuda a distensionar um pouco a relação entre o governo e os setores mais orgânicos e engajados da esquerda organizada, que vem fazendo uma crítica (muitas vezes com razão) cada vez mais severa aos recuos políticos e ideológicos do PT e da presidenta.

O governo identificou que a saúde pública é o principal motivo de angústia dos brasileiros, que o problema é mais grave nas pequenas cidades e lugares isolados, e que não havia interesse dos médicos de…

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