Líder do governo classifica de ‘absurda’ fuga de boliviano com apoio da ultradireita

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Líder do governo na Câmara, o deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), classificou de “absurda” a decisão do diplomata Eduardo Paes Saboia, encarregado de negócios do Brasil na Bolívia (o equivalente a embaixador interino), de retirar o ex-senador…

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Nem o inimigo Josias de Souza aguenta o PSDB, FHC e Aécio Neves. É muita mentira dessa raça.

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Nem o inimigo Josias de Souza aguenta o PSDB, FHC e Aécio Neves. É muita mentira dessa raça.

Tuesday, July 09, 2013, 9:48 pm

BLOGS DE POLÍTICA

Ao sugerir o fim da reeleição, o PSDB roga aos brasileiros: ‘por favor, esqueçam o que fizemos’

 
Josias de Souza

O estatuto da reeleição, todo mundo sabe, foi enfiado dentro da Constituição em 1997 para beneficiar o então presidente Fernando Henrique Cardoso, que se reelegeria na sucessão presidencial de 1998. Agora, o PSDB quer retirar a reeleição do texto constitucional. Tudo bem. Todos têm o direito de corrigir os próprios erros. Mas fazer isso sem um pedido de desculpas não fica bem.
O PSDB desembarca da reeleição como se tudo não tivesse passado de um equívoco banal. O partido de FHC comporta-se mais ou menos como uma dona de casa desastrada ao se dar conta de que guardou o açúcar numa lata de café onde estava escrito sal.
A proposta de substituir a reeleição pelo mandato único de cinco anos é um dos seis itens que a Executiva Nacional do PSDB decidiu apoiar na reforma política. Trata-se de um mea culpa histórico. Mas nenhum tucano admitiu formalmente o erro. Aécio Neves, o presidente do tucanato, preferiu atribuir a inspiração à antagonista Dilma Rousseff.
“Depois de uma discussão muito profunda, e a partir dos exemplos que a própria Presidência da República atual e o governo do PT têm dado, de priorizar a reeleição em detrimento do país, estamos defendendo o mandato de cinco anos para todos os cargos eletivos, sem direito à reeleição”, disse Aécio.
A “discussão” do PSDB, embora “muito profunda”, não alcançou o fundo absoluto. O homem comum –categoria que inclui a dona de casa desastrada— vive apenas o dia a dia, sem maiores ânsias metafísicas. Mas o homem público, coautor da história, tem o dever de respeitar o passado –até para aprender com ele.
Não precisa fazer como o arqueologista, que devassa milhões de anos à procura de restos fósseis. Não é necessário imitar o geólogo, que se afunda em bilhões de anos de pedras e metais. Mas 16 anos, convenhamos, não é tanto tempo assim. E os fatos foram marcantes demais. Impossível deixar de mencioná-los.
A reeleição foi aprovada no Congresso sob atmosfera vadia. Soavam ao fundo as vozes de deputados pilhados numa fita. Eles mencionavam uma certa “cota federal” providenciada pelo “Serjão.” Vale a pena reescutar alguns trechos.
“Pelo que eu sei bem, é o seguinte: eram os 200 do Serjão, via Amazonino, que era a cota federal, aí do acordo…”, escuta-se num trecho da gravação. “Ele falou, pra todo mundo, aí, meio mundo, aí. Eu falei com o Luís Eduardo. O Luís Eduardo marcou uma audiência com o Serjão. Daí, o Serjão marcou com o Amazonino.”
Serjão, já morto, era Sérgio Roberto Vieira da Motta. Espaçoso, cresceu muito para as laterais. Daí o apelido. O aumentativo não embutia nenhum exagero. Exceto pela voz, miúda como a de Anderson Silva, tudo em Serjão parecia exagerado. A começar por seu apetite.
Afora a natural apetência por alimentos, Serjão tinha outro tipo de fome. Ele tinha fome de poder. Era fácil irritá-lo. Bastava chamá-lo de “tesoureiro”. Conhecera FHC em 1975, no jornal ‘Movimento’. Em 1978, já atuava como coordenador de sua campanha ao Senado. Tornaram-se amigos íntimos.
No governo FHC, Serjão foi ministro das Comunicações. Onde houvesse uma fresta vazia, lá estava ele para ocupá-la. Faltava oposição ao governo? Serjão tachava o Comunidade Solidária, programa da primeira dama Ruth Cardoso, de ”masturbação sociológica”. Faltava coordenação política ao Planalto? Serjão abraçava, ele próprio, o papel de mercador da reeleição.
Serjão era a paixão com braços. Gestos fartos, guiava-se pela emoção. O poder era seu brinquedo. O lume do holofote, sua vitamina. O subsolo, seu ambiente predileto. Serjão era, antes de ministro, uma combinação de empresário e tocador de campanhas políticas, não necessariamente nessa ordem.
Pois bem, o governo FHC estava tão obcecado pela tese da reeleição que permitiu que a empreitada ficasse com a cara do Serjão –um trator de carne e osso, um personagem pouco afeito a pedidos de licença. Na época, encurtaram-se os caminhos. Mas desceram ao verbete da enciclopédia as fitas, a “cota federal”, as menções ao amigão do presidente.
Na época, uma oposição claudicante tentou instalar uma CPI da Reeleição. FHC dizia: “Não podemos transformar o Congresso em polícia.” Hoje, quando o passado volta para assombrá-lo, o ex-presidente tucano diz que houve, sim, uma investigação. Onde? Na Comissão de Constituição e Justiça. Hã, hã…
Dois deputados acreanos foram cassados. Outros três renunciaram aos respectivos mandatos. O PSDB jamais foi mencionado na encrenca, costuma dizer FHC, esforçando-se para esquecer as manchetes de outrora.
Sob Aécio, o PSDB poderia até fazer como FHC, que nega a compra de votos sob a alegação de que a reeleição passou com folgada maioria. Só não dá para fingir que o passado não existe. Antes de propor o fim daquilo que já desejou tão ardentemente, o tucanato deveria pelo menos recitar o pedaço da missa em que os católicos reconhecem, num ritual secular, seus erros perante Deus.
Em latim: “Confiteor Deo omnipotenti, beatae Mariae semper Virgini, beato Michaeli Archangelo, beato Joanni Baptistae, sanctis Apostolis Petro et Paulo, omnibus Sanctis, et tibi pater: quia peccavi nimis cogitatione verbo, et opere: mea culpa, mea culpa, mea maxima culpa.”
Em português: “Eu pecador me confesso a Deus todo-poderoso, bem-aventurada sempre Virgem Maria, ao bem-aventurado Miguel Arcanjo, ao bem-aventurado São João Batista, aos santos apóstolos São Pedro e São Paulo, a todos os Santos e a vós, Padre, porque pequei muitas vezes, por pensamentos, palavras e obras, por minha culpa, minha culpa, minha máxima culpa.”

O jogo da direita em marcha. De novo

O jogo da direita em marcha. De novo

9 de Jun de 2013 | 08:53

Os números que Folha publica neste domingo pode ser considerada o ponto de partida da batalha que vamos enfrentar até as eleições, na qual as pesquisas serão, como de outras vezes, as armas mais terríveis da luta pelo poder.

Como você vê na ilustração, não foi diferente o que tentaram fazer com Lula em março de 2009, mais ou menos o mesmo tempo antes da eleição.

Mas as pesquisas, que são a artilharia, dependem da comunicação para serem abastecidas.

A suposta “queda” da aprovação de Dilma, embora ainda se situe em patamar confortavelmente alto (57%) e bem maior do que o do início do seu governo (47%), seja ela real ou fictícia, tem uma cobertura de legitimidade na preocupação com a inflação.

Preocupação com a inflação não é o mesmo que inflação, mas a percepção que se forma é a de que ela é um perigo não a uma estabilidade econômica teórica, mas ao dia-a-dia das pessoas.

Mas porque o terrorismo inflacionário promovido pela imprensa, que não é novo, pode agora estar sendo aceito como causa para uma mudança na percepção  coletiva de, ao menos, parte da população.

Para especular sobre isso, é conveniente ver quais são os dados novos nesse processo e, sem dúvida, o maior deles é a mudança de atitude do Governo que, pela primeira vez, demonstrou receio de que as previsões do mercado financeiro e da mídia pudessem corresponder – ou se tornarem –  à realidade.

O discurso desenvolvimentista perdeu , dando espaço à cantilena de uma crise que está a léguas de ser real.

Tanto é assim que, em meio a um cenário terrível da economia mundial, o número de pessoas que crê que a situação econômica não vai mudar (39%) ou que vai melhorar (38%) soma quase quatro quintos dos entrevistados.

Não há uma escalada inflacionária, o nível de emprego prossegue alto e, se o governo assumir uma atitude de maior comunicação com a população, sinalizando que não mudou a ideia de fazer do consumo interno a mola do crescimento econômico, essa impressão forjada pela mídia se dissipará.

Resta ver se haverá a coragem que Lula teve de, contra a posição do Banco Central, dizer claramente: confiem, comprem, o país crescerá.

No que diz respeito ao quadro eleitoral, a situação de Dilma permanece sem alterações significativas. Ela aparece com patamar muito semelhante ao que teria  Lula se fosse candidato (51% e 55%, respectivamente). Considerando que há 8% que não respondem ou dizem votar nulo ou branco, os 51% equivalem a 55,4%.

Aécio, mesmo com a superexposição na mídia e o programa de TV do PSDB, ainda fica atrás de Marina (16 a 14%). Mas é curioso como Marina aparece apenas com 1% quando a declaração de voto é espontânea. É sinal de pouca solidez.

Sinal contrário do que apresenta a dupla Dilma/Lula, que tem um terço das menções espontâneas.

Em resumo, a pesquisa só serve para estimular o discurso que a mídia assumirá esta semana, o de que “Dilma está caindo”.

Que precisa de uma resposta forte do Governo para que o desejo da direita não saia dos jornais para as ruas.

Por: Fernando Brito

POR QUE AÉCIO NÃO É O CARA

Por que Aécio não é o cara

 
 

Não é ele que vai resgatar os tucanos

“Aécio tem alguma chance de ser presidente de algo que vá além do PSDB?
A melhor resposta é: tem chances matemáticas. E ponto.

Ele tem dois obstáculos monstruosos pela frente com vistas a 2014.

O primeiro é o seu partido: o PSDB há anos perdeu o rumo. Deslocou-se para a direita quando o zeitgeist – o espírito do tempo, na grande expressão alemã – é o oposto.

Os tucanos não se deram conta de que o grande mal do mundo moderno se chama iniquidade social.

Até a Igreja Católica, em sua lentidão monumental, captou isso e fez de Francisco um papa devotado aos pobres e desvalidos.

Em busca da sobrevivência, o Vaticano foi buscar o homem que pode reaproximar a Igreja das pessoas. Dos 99%, para usar o brilhante termo consagrado pelo movimento Ocupe Wall St.

Porque quem pode lotar missas é o 99%.

Francisco deu um choque positivo nos fiéis e até nos infiéis como eu: ora, enfim um papa que anda de ônibus, viaja de econômica, vai visitar pobres e é claramente contra a injustiça social.

Um papa que é, genuinamente, contra um modelo econômico em que poucos têm muito e muitos não têm nada.

Parecia óbvio o que a Igreja tinha que fazer para combater o declínio, mas é só olhar para Ratzinger para ver que não era.

Aécio não é Francisco, definitivamente.

E então chegamos ao segundo obstáculo da candidatura Aécio: o próprio Aécio.

Há muito tempo ele pertence, inteiramente, ao 1%. Imaginar que ele vá conseguir convencer as massas a optar por ele é o chamado triunfo da esperança.

O PSDB, se não quiser desaparecer, tem que encontrar o seu Francisco, o seu anti-Serra.Ou formá-lo.

Aécio não é esse homem”

SERRA AMEAÇA ESTRAGAR COROAÇÃO DE AÉCIO

SERRA AMEAÇA ESTRAGAR COROAÇÃO DE AÉCIO

: Os governadores de Minas Gerais, Aécio Neves, e de São Paulo, José Serra, assinaram, nesta sexta-feira (05/06), no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, protocolo de cooperação para a implantação de ações conjuntas no âmbito tributário, com o objetivo

 

Ex-governador paulista coloca o PSDB em tensão máxima, às vésperas da convenção que irá eleger o senador Aécio Neves (PSDB-MG) presidente nacional da legenda, neste fim de semana; nota publicada hoje no Estado de S. Paulo informa que ele poderá deixar o partido no mesmo momento, para estragar a festa; preocupado, Aécio telefonou a Serra e fez um apelo para que ele permaneça na sigla

 

16 DE MAIO DE 2013 ÀS 05:46

 

247 – O PSDB vive momentos de tensão máxima. Uma nota publicada na coluna da jornalista Sonia Racy, do Estado de S. Paulo, informa que José Serra poderá deixar o partido às vésperas da coroação de Aécio Neves como presidente nacional da legenda, na convenção deste fim de semana. Seria um gesto teatral para diminuir e estragar a coroação do senador mineiro, que será o candidato do partido à presidência da República em 2014.

Leia, abaixo, a nota de Sonia Racy:

A conferir

Circula reserva da mente: Serra sairá do PSDB até o fim da semana. Às vésperas da eleição de Aécio para a presidência do partido. Consultado, o tucano negou.

Leia ainda reportagem anterior do 247 sobre o apelo de Aécio Neves a José Serra para que ele permaneça no PSDB:

247 – Prestes a assumir o comando do PSDB, Aécio Neves está disposto a tudo para manter a união do partido, que deve lançá-lo a candidato à presidência em 2014.

O senador mineiro telefonou para José Serra, pedindo que o ex-governador afaste a possibilidade de migrar para a MD (Mobilização Democrática) e permaneça no PSDB.

Depois de ficar isolado no partido, ele foi sondado pelo deputado Roberto Freire (PPS-SP) para integrar a nova sigla, fruto da fusão de PPS e PMN, com a promessa de disputar novamente o Planalto.
Aécio chegou a falar na possibilidade de manter o ex-governador Alberto Goldman na vice-presidência do PSDB para convencê-lo.

O governador Geraldo Alckmin (SP) e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso têm feito pressão para que Serra se sinta novamente prestigiado dentro do partido, para ajudá-los a diminuir a resistência da ala paulista à candidatura de Aécio.

O tucano aceitou em participar da convenção que elegerá o mineiro como presidente do PSDB, no próximo sábado, em Brasília. Será um dos oradores e viajará a Brasília no mesmo avião que levará Alckmin e FHC à capital federal.

 

 

COMENTÁRIOS

19 comentários em “Serra ameaça estragar coroação de Aécio”

  1. Carlos Gil 16.05.2013 às 12:57

    O egocentrismo do José Serra chega a ser insano.

  2. Carlos 16.05.2013 às 12:25

    Onde anda o Aécio, que desapareceu da mídia? Já deve ter reconhecido a derrota, e percebido que está sendo usado pelo PSDB apenas como bucha de canhão.

  3. André 16.05.2013 às 11:45

    Nós do PT conclamos nosso adversário favorito, Padim Pade Cerra, para não abandonar o PSDB, queremos você em 2014, Cerra. Não deixe esse moleque do Aecio tomar seu lugar de direito. Como você mesmo disse, você nasceu pronto para ser candidato a Presidente da República. Contamos com você. “Pó, pará, Aécio”

  4. Alexandre 16.05.2013 às 11:30

    Se o nosso judiciário e o MPF e estaduais funcionasse para pegar tucano e a grande mídia quisesse o aecim não aguenta uma semana de denúncias. O tapete dele está para explodir de tanta maracutaia.

  5. Rita 16.05.2013 às 11:20

    Aécio, bonitão, elegante, inteligente, bem avaliado….2014 Presidente!

  6. Joachim 16.05.2013 às 10:48

    Ô Maradona, vai se f*@(@!!! O Aécio Neves cheira mais do que você!!!

  7. Tucanodemosrolabosta 16.05.2013 às 10:31

    Vocês acham que esta foto dos dois foi feita quando? Eu aposto que foi feita bem antes de 2010 quando o Çerra era adversário da Dilma e o Çerra contava com o apoio do Aecin Pó. Imaginem o ódio que o Çerra deve estar . Ele que já nasceu pensando em ser Presidente da República e agora ver seu quase adversário precisando do apoio dele. Vai ser realmente uma Zorra total.

  8. Tou só achando graça 16.05.2013 às 10:22

    Só pra vocês terem um panorama: A CAndidatura do Aécin Pó, aqui em Minas (Observem “aqui em Minas”) tá mais firme que prego na areia. Agora imaginem vocês a nível nacional. O único eleitor que o Aécin Pó Baladeiro tem (Garantido) é Farol de Alexandria. Só mesmo um néscio para acreditar que o lançamento do Aecin Pó como candidato a Presidente dp PSDB não vai virar um a zona! Tá perto e vocês verão, pois o Çerra nunca aceitou e nem vai aceitar estes arranjos. Aposto uma caixa de “Ceva” Gelada e dois kilos de Picanha que ele não aceita.

  9. O Haessio so leva em 16.05.2013 às 10:02

    minas pelo fato de ter a mídia e todo o resto em sua folha de pagamento, será que ele pretende fazer isso em termos de Brasil? Duvidamos muito, ele é o que tem de pior dentro do ninho tucano, e o governo trabalhista antecipadamente agradece a sua candidatura, mas todo mundo está vendo que é uma grande armação, o fato é que os tucanos pretendem concorrer com dois candidatos, siglas não querem dizer nada, mesmo no MD Serra continuará sendo um tucano, uma vez neoliberal será sempre um neoliberal.

  10. Roberto Locatelli 16.05.2013 às 09:50

    Aébrio Neves (também conhecido como Menino do Rio) será presidente de um partido em extinção. Zé Bolinha de Papel cairá fora e será candidato, de novo!!