SOB FOGO CERRADO DE ALCKMIN E SERRA, AÉCIO NÃO UNE PSDB, DIZEM ANALISTAS

Sob fogo cerrado de Alckmin e Serra, Aécio não une PSDB, dizem analistas

 
 

Aécio é neto de Tancredo, que não suportava
FHC, nem confiava em José Serra, diz colunista

Redação, Correio do Brasil 
 

“A situação do senador Aécio Neves (PSDB-MG) não é tão confortável, no ninho tucano, quanto faz parecer no programa eleitoral que a legenda transmite no rádio e na TV. Em um longo artigo, publicado na edição deste domingo do jornal Tribuna da Imprensa, na internet, o jornalista Carlos Chagas recomenda cautela ao ex-governador mineiro:

“Quem assistiu esta semana o programa de propaganda partidária gratuita do PSDB e pertence ao bloco dos ingênuos terá desligado sua televisão impressionado com a unidade e a euforia dos tucanos. O novo presidente do partido, ainda que sem ter sua candidatura presidencial alardeada pelos colegas paulistas, surgiu como o aglutinador do partido, o D’Artagnan dos mosqueteiros José Serra, Geraldo Alckmin e Fernando Henrique. Nas telinhas, tudo pareceu encaminhar-se para a sagração posterior de Aécio como candidato. Ledo engano”, afirma o colunista político.

Segundo Chagas, “Athos, Portus e Aramis rejeitam o ex-governador mineiro. José Serra é candidatíssimo. Geraldo Alckmin trabalha com a hipótese de disputar o palácio do Planalto, oferecendo a Serra a candidatura a governador de São Paulo. E Fernando Henrique, tido como incentivador de Aécio, ainda há dias comentava com importante prócer do PT que o senador não vai mesmo fixar-se porque não tem estatura, continua pequeno… A força dos paulistas é grande no ninho. A estratégia deles parece deixar que Aécio Neves apareça como candidato por conta própria e sabotá-lo mais ou menos como quem come mingau: pelas bordas”.

Fique sabendo: Na propaganda do PSDB lugar de mulher é no tanque, lavando roupa

Fique sabendo: Na propaganda do PSDB lugar de mulher é no tanque, lavando roupa

by bloglimpinhoecheiroso

Via Os amigos do presidente Lula

Ninguém merece! A propaganda partidária do PSDB na tevê não poderia ter começado pior. Em pleno século 21, quando o Brasil já tem sua primeira mulher presidenta, na propaganda partidária do PSDB na tevê o papel que coube às mulheres foi lavar roupa na mão.

E “pra caprichar”, o marqueteiro ainda escalou mulheres afrodescendentes e pobres, como se isso fosse aproximar a imagem dos tucanos e do senador Aécio Neves com o povo.

Pelo-amor-de-Deus! A grande maioria das mulheres, mesmo de baixa renda, hoje já conquistou o direito de comprar sua máquina de lavar.

Acorda, Aécio Neves!

No tempo em que o PSDB governava, máquina de lavar era coisa de rico, e tanque era coisa de pobre. Depois que Lula chegou à Presidência, máquina de lavar também virou coisa de pobre.

FHC: “Nós, a elite, temos tendência à arrogância.”

FHC: “Nós, a elite, temos tendência à arrogância.”

by bloglimpinhoecheiroso

FHC_Who_Moi01Paulo Sampaio, na Glamourama, e lido em O Escrevinhador

Fernando Henrique Cardoso entra na ampla sala onde costuma receber a imprensa e convidados na Fundação iFHC, olha para o repórter e o fotógrafo e pergunta: “Não era uma moça que vinha?”. Era. Mas ela precisou apurar outra matéria, em Brasília, e, infelizmente, o presidente terá de se contentar com um repórter do sexo masculino. Ele parece resignado. FHC acabou de abrir e fechar uma palestra cujo tema era “Brasil e América Latina: que liderança é possível?” e agora come uns pãezinhos do coffee break que a secretária guardou para ele.

Localizada no Vale do Anhangabaú, centro de São Paulo, a fundação foi inaugurada, em 2004, com robustas contribuições de empresários paulistas. Nasceu como instituto, para abrigar o acervo de documentos privados do presidente e também promover palestras e debates “sobre a democracia e o desenvolvimento”. Em 2010, com o objetivo de “fortalecê-lo como instituição perene”, transformaram o instituto em fundação. Ali se discutem temas tão diversos como “Retratos da Primavera Árabe, O Encontro de Joaquim Nabuco com a Política: as desventuras do liberalismo e India grows at night when government sleeps”. Em oito anos de existência, a entidade promoveu mais de 200 debates. No dia em que Poder esteve lá, os palestrantes eram o embaixador Celso Lafer, o ex-presidente do Uruguai, Tabaré Vázquez, e o porta-voz do ex-presidente mexicano Vicente Fox, o sociólogo Rubén Aguilar. Na abertura do evento, assistido por cerca de 60 pessoas, o coordenador de debates da fundação, Sérgio Fausto, apresenta o tema.

Nós, a elite

O encontro é permeado por aquele tom de solenidade que os intelectuais costumam usar para infundir peso a suas opiniões. Os que estão ali afirmam que o Brasil “sem dúvida tem dimensão territorial para exercer liderança na região”; que conta com “preponderância econômica sobre os vizinhos”, com “indiscutível potencial energético”, com “instituições cada vez mais fortes”. “Estamos muito mais adiantados na defesa dos direitos humanos, na democracia”, concluem, orgulhosamente, os brasileiros. Porém, ressalvam, o Brasil parece “receoso em assumir posições”, “insiste em certas posturas desnecessárias” e “deveria falar menos em liderança e passar a exercê-la”. “Nós temos certa tendência à arrogância”, diz FHC. “Quando eu digo nós, quero dizer nós, a elite.”

De repente, Rubén Aguilar efetua uma espécie de corte epistemológico no fluxo do debate, levantando questões que colocam em xeque a própria pertinência do tema. “Por que, afinal, o Brasil está tão preocupado com liderança?” “Que importância tem em ser a sétima ou a primeira economia do mundo, se não se dá ao povo condições de viver?” “Como se pode ser líder de seus vizinhos, quando só se enxerga a si mesmo?” Alguns intelectuais presentes sorriem amarelo, outros acham graça de verdade.

Depois do debate, comendo os pãezinhos do coffee break, FHC pondera que Aguilar é mexicano, por isso trata o assunto com ironia. “Ele diz que o povo lá não está interessado em liderança, mas quem tem de querer a liderança não é o povo, é o Estado”, diz. Por outro lado, o ex-presidente acredita que “a verdadeira liderança não precisa ser proclamada, ela é exercida”. E, assim sendo, o Brasil não tem de informar que é líder: “No mundo moderno, não existe imposição, mas convencimento.”

Intelectual público

Pouco antes da entrevista, a secretária de FHC aponta o lugar onde o chefe se senta e convida o repórter a ocupar uma das outras três cadeiras dispostas em volta de uma mesinha de centro redonda. O presidente posa para as fotos e, em seguida, responde às perguntas. Diz que, hoje, ele é “o que os americanos chamam de ‘intelectual público’”. “Transformo minhas posições e as exponho publicamente. Não fico restrito à universidade.” Certo. E o que ele sentiu, como intelectual público, quando soube que Lula teria uma coluna no jornal norte-americano The New York Times? “O NYT vai distribuir matérias do ex-presidente Lula. Acho bom e normal. Fazem o mesmo com as colunas que escrevo no Brasil.” Tudo a ver. Pode-se inferir, então, que Lula também é um “intelectual público”.

Apesar da identificação, Fernando Henrique Cardoso foi duro com Lula em um artigo publicado nos jornais O Estado de S. Paulo e O Globo com o título “Herança pesada”. Supostamente, o texto era bem intencionado; pretendia dar um desconto ao governo de Dilma, por conta dos erros cometidos por Lula. Mas, ao mesmo tempo, colocava os dois no mesmo equívoco original, o PT. “Comecemos pelo mais óbvio: a crise moral”, escreveu FHC. “Nem bem completado um ano de governo e lá se foram oito ministros, sete dos quais por suspeitas de corrupção. […] Como o antecessor desempenhou papel eleitoral decisivo, seria difícil recusar seus filiados.” Citou também o “mensalão”, “outra dor de cabeça”. “De tal desvio de conduta a presidente passou longe e continua se distanciando, mas seu partido não tem jeito.” O tucano mencionou ainda como “herança pesada” o déficit da Previdência, a política energética e o atraso na transposição do rio São Francisco.

Dilma ficou brava. Ela que, quando FHC completou 80 anos, havia mandado uma mensagem carinhosa para ele, elogiando “o político habilidoso, o ministro-arquiteto de um plano duradouro de saída da hiperinflação e o presidente que contribuiu decisivamente para a consolidação da estabilidade econômica”, soltou uma nota oficial ácida. “Não recebi um país sob intervenção do FMI ou sob ameaça de apagão. Recebi uma economia sólida, com crescimento robusto, inflação sob controle, investimentos consistentes em infraestrutura e reservas cambiais recordes. O passado deve nos servir de contraponto, de lição, de visão crítica, não de ressentimento.” Com sua expressão mais inocente, Fernando Henrique diz a Poder: “Eu escrevo um artigo, ela responde com uma nota oficial. Achei estranho”.

Sem noção

Na opinião de FHC, Dilma parece se sentir “imprensada” por interesses divergentes. Ele a aconselha a “não entrar no olho do furacão”. “Mesmo que esse furacão seja a eleição.” O presidente reconhece que a popularidade dela está em alta, mas acredita que isso é reflexo do que chama de “linguagem unificada do PT”. Para ele, todo mundo no partido diz a mesma coisa: ministros, Petrobras, Banco do Brasil etc. “Você pode ver na tevê, só aparece um lado. O lado dela. O povo só vê isso. Não quer dizer que na hora da eleição vá julgá-la do jeito como a julga agora.”

Por sua vez, o PSDB, partido do qual FHC é cofundador, filiado e presidente de honra, parece ter dificuldade para achar um lado – qualquer um. No momento, a impressão é a de que os próprios tucanos não sentem firmeza na decisão de Aécio Neves de disputar a Presidência da República. “O Aécio é mineiro, achava que não era a hora. Agora, ele achou que é hora. Está a toda”, garante Fernando Henrique. O tucano reconhece que o partido frequentemente deixa de “falar claramente”. “Tem de defender o que foi feito. Privatização? Todo mundo tem celular. Todo mundo tem orgulho da Embraer. Você não consegue fazer nada na história se não tiver noção de como ela foi construída.”

Se o tucano reconhece traços de “acanhamento” entre os correligionários do PSDB, particularmente ele garante que sempre foi muito firme em suas opiniões. É verdade que algumas vieram com certo atraso, como a defesa da descriminalização da maconha, feita apenas há dois anos no México. FHC expôs sua posição durante a reunião da Comissão Latino-Americana sobre Drogas e Democracia, da qual faz parte. A repercussão no Brasil foi enorme. Ele discorda que só tenha falado sobre o assunto agora porque é mais fácil para um ex-presidente de 81 anos, sem intenção de disputar cargo político, dar sua opinião sobre temas espinhosos. “Sempre disse o que quis. Quando estava na Presidência, criei a Senad, Secretaria Nacional Antidrogas, com função educativa.” Senad quem? “De fato, não teve muito destaque na época”, ele reconhece.

Ninguém acredita

Convenhamos que agora pega até bem, especialmente entre os jovens que frequentam a fundação, ter um mentor tão prafrentex. FHC responde a eles que nunca fumou maconha, “mas não adianta, ninguém acredita”. Ele acaba concordando que, de fato, expõe com muito mais liberdade suas ideias hoje, do que há 30 anos: “Não tenha dúvida”.

Já que é assim, a reportagem se sente tentada a repercutir algumas histórias clássicas sobre ele. É pão-duro? “Sim, sou.” Mas do tipo pechincheiro? “Não sou uma pessoa de consumo, de gastos.” Esse seu terno é de marca? “Ganhei o tecido, e mandei fazer.” Algum bem de consumo durável que o seduza: canetas, óculos, relógios, automóveis? “Não, não. Carro, eu não sei nem qual a marca. Frequentemente, entro no carro errado, alguém me avisa.”

Sua vaidade é intelectual. O presidente gosta de ir ao cinema, ao teatro, de ler livros. Quando sai, é tratado como astro. Dá autógrafos, inclusive. A constante massagem no ego provavelmente ajuda a neutralizar a eventual decadência física. “Nada resolve essa parte.” De qualquer maneira, é mais fácil para um senhor de 81 anos esquecer uma dorzinha na articulação quando ele tem a agenda cheia. Na véspera da entrevista, FHC almoçou com o escritor peruano Mario Vargas Llosa, depois falou para mil jovens sobre democracia. À noite, jantou com amigos. No dia seguinte, faria uma palestra em Belo Horizonte. Nesses eventos, ele gosta de falar, “não de ler”, para quem o assiste. Mas garante que não sente sono quando um palestrante lê, como o fez, por exemplo, Celso Lafer.

Salto na biografia

O celular dele toca, é a namorada, Patrícia Kundrát, 35 anos, ex-funcionária da fundação. Eles vão se encontrar depois da entrevista. O presidente diz a ela que liga quando entrar no carro. O tucano não sabe precisar há quanto tempo namora Patrícia. “Ah, não sei. Uns dois, três anos.” Gosta de namorar? “Com moderação”, ri. Ele diz que nunca ouviu falar em um grupo de viúvas moradoras de Higienópolis, bairro onde vive em São Paulo, que são apaixonadas por ele. “Só em Higienópolis?”, ri de novo.

Sua fama de mulherengo pareceu se confirmar quando FHC assumiu um filho que, descobriu-se depois, não era dele. É razoável imaginar que o presidente preferiu ser politicamente correto e reconhecer a paternidade do garoto antes mesmo de saber se era o pai. Mas ele explica que não foi bem assim: “Eu não sabia anteriormente e decidi não ‘assumir a paternidade’ – posto que o DNA mostra que não se trata de filho meu – mas, sim, manter laços afetivos e as custas de sua educação. Isso eu faço não porque seja ‘politicamente correto’, mas porque é humana e sentimentalmente o que sinto que devo fazer.”

Um salto e tanto na biografia do intelectual público. Duas vezes presidente da República, ministro das Relações Exteriores, da Fazenda e senador, Fernando Henrique Cardoso revela-se agora um pai adotivo de tendências humanitárias e sentimentais. Além de tudo, tocante.

O discurso golpista de Serra

O discurso golpista de Serra

by bloglimpinhoecheiroso

 

Serra_Convencao2013B

A cantilena golpista de Lacerda mais uma vez na convenção tucana.

Serra é hoje um Lacerda sem carisma e sem talento.

Paulo Nogueira em seu Diário do Centro do Mundo

O discurso de Serra na convenção do PSDB é uma mistura de obtusidade, má-fé e cinismo. Serra se transformou num Lacerda: fala obsessivamente em “riscos à democracia”, como se não fossem atitudes como a sua o maior risco à democracia.

Por ter carisma, por ser brilhante em sua maldade e porque as circunstâncias eram outras, Lacerda levou o Brasil à ditadura militar.

Porque não tem carisma, nem brilho e por serem outras as circunstâncias, Serra apenas conduzirá a si próprio ao desprezo amplo, geral e irrestrito de brasileiros de boa fé – petistas ou não.

Lacerda, porque não conseguiu a presidência nas urnas, quis chegar a ela pelos tanques militares.

Serra também fracassou nas urnas, mesmo sob apoio maciço da imprensa que o PT “quer calar” – uma afirmação que apenas dificulta, malandramente, uma discussão vital para a sociedade: a regulamentação da mídia.

Temos uma situação de monopólio de três famílias, lideradas pelos Marinhos, e isso é uma calamidade para a democracia porque elas defendem seus próprios interesses disfarçados de interesses públicos. Não fosse a internet, que dá espaço a outras vozes menos comprometidas e menos viciadas, o quadro seria ainda pior.

Importante notar que Serra vem sendo amplamente beneficiado pela mídia do jeito que é – e mesmo assim não conseguiu se eleger sequer prefeito de São Paulo. O que é bom para Serra é ruim para o Brasil, porque ele põe na frente apenas aquilo que favorece a ele, a ele e ainda a ele.

Serra fala também em “aparelhamento” do Estado, como se ele próprio não aparelhasse tudo que caiu em suas mãos. Ora, por causa de Serra, a família de Soninha tem excelentes posições em São Paulo, sem concurso público, e ela própria foi brindada com a sinecura do Conselho de Administração da Cetesb – e ele vem falar em “aparelhar”?

Serra sempre usou sua posição pública para alavancar a carreira e os negócios de sua filha Verônica, e vem posar como se fosse Mujica?

Era presumível que, depois de ser rechaçado fortemente pelos eleitores, Serra se retirasse com dignidade da política.

Mas não.

Seu apego doentio ao poder impediu a renovação no PSDB, obrigado por causa disso a tratar o veterano Aécio como se fosse uma promessa, um fato novo.

Seus gestos mesquinhos, sua fala hipócrita, sua megalomania napoleônica desprovida de fatos nos quais se sustentar sem cair no ridículo – lamentavelmente teremos de aguentar isso por mais tempo do que deveríamos e gostaríamos.

UMA OPOSIÇÃO QUE NÃO CAMINHA: CAMBALEIA.

Uma oposição que não caminha: cambaleia.

 

 

Autoria: Rafael Patto

Tenho dó do Brasil. Um país tão grandioso, com uma gente tão generosa, merecia uma oposição com um pouquinho mais de tutano e massa cinzenta, e não essa coisa gelatinosa, flácida e sem nenhuma densidade. E agora, pra piorar, “encabeçada” (kkkkkkkk) por um toxicômano. É uma pena! O Brasil vive um momento tão positivo que seria interessante ter projetos políticos em disputa ao invés de um projeto político em execução bem sucedida e um bando de descontrolados que tentam desesperadamente sabotar essa execução que, apesar de tudo, vai muito bem, obrigado.

Aébrio NEVER é um coitado. Um ninguém. Um ser cuja indigência política ficará cada vez mais evidenciada à proporção que ele for sendo cada vez mais colocado em exposição. Um pastel de vento tem mais recheio do que ele. Quanto mais o Brasil o for conhecendo, a partir de agora, mais claro ficará para todos que Aébrio NEVER tem menos consistência política do que um pão-de-queijo dormido.

Aébrio não tem vida própria. Ele é um incapaz. Um sujeito que não pensa pela própria cabeça. Primeiro, ele precisou escorar em seu avó para galgar sua escalada política. Isso porque, já na sua adolescência, sua família precisou “correr com ele” de São João del Rey, quando a cidade começou a ficar muito pequena para os seus vandalismos e arruaças. Como “assessor” do avô, Aébrio foi conhecendo os corredores da política. O grande trunfo da vida de Tancredo foi ter morrido. Tancredo era aquela típica raposa política. Veja na história do Brasil se há algum momento em que Tancredo estava longe do poder: de Vargas a Jango, passando por JK, lá está ele, ‘dotô’ Tancredo, enrabichado. Foi até Primeiro-Ministro, naquela manobra esdrúxula para impedir a posse democrática de João Goulart. Depois, durante a ditadura, ele foi aquela oposição afável e dócil, que não incomodava ninguém. Oposição de figuração. Alguma vez, alguém ouviu falar que o Dotô Tancredo foi perseguido, cassado ou exilado? Claro que não! Dotô Tancredo era tão gente boa que foi festejado pelos militares, quando de sua indicação para disputar a presidência no Colégio Eleitoral, em 1985. Dotô Tancredo era a certeza de que as coisas mudariam para continuar como estavam. Só que ele morreu. E isso não fez nenhuma diferença no rumo da História. A não ser o fato de que a morte o poupou daquilo que seria uma desgastante evidenciação de sua nenhuma estatura moral para conduzir o país. Se estivesse vivo, Tancredo hoje seria exatamente o que é o Sarney, que, não por acaso o sucedeu: um velho abjeto que conspurca a política nacional. Ponto. Só que a morte facilitou a escrita do romance de sua vida. Hoje a memória desse político oportunista é cultuada como se ele fosse um herói nacional. Mais um… “Infeliz do povo que precisa de heróis”, já dizia Brecht. A morte acaba sendo muito complacente com as “licenças poéticas”…

Mas, de volta ao Aébrio, nem para ser a continuação do dotô Tancredo ele presta. Quem pensa por ele é a irmã, Andréa NEVER. Uma mulher perigosa, aquele tipo de pessoa que a gente pode definir perfeitamente como sendo “do mal”, um tipo Antônio Carlos Magalhães de saia. Déinha Malvadeza, que tal? É ela quem comanda cada movimento do bonequinho Aébrio NEVER, adolescente delinquente, neto de um político farsante, e que hoje assumiu a presidência daquilo que é chamado de “maior partido da oposição brasileira”, mas que não passa de um corpo sem cérebro, assim como ele próprio, Aébrio NEVER. A continuar assim, em pouco tempo, essa oposição estará reduzida a pó!

SERRA AMEAÇA ESTRAGAR COROAÇÃO DE AÉCIO

SERRA AMEAÇA ESTRAGAR COROAÇÃO DE AÉCIO

: Os governadores de Minas Gerais, Aécio Neves, e de São Paulo, José Serra, assinaram, nesta sexta-feira (05/06), no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, protocolo de cooperação para a implantação de ações conjuntas no âmbito tributário, com o objetivo

 

Ex-governador paulista coloca o PSDB em tensão máxima, às vésperas da convenção que irá eleger o senador Aécio Neves (PSDB-MG) presidente nacional da legenda, neste fim de semana; nota publicada hoje no Estado de S. Paulo informa que ele poderá deixar o partido no mesmo momento, para estragar a festa; preocupado, Aécio telefonou a Serra e fez um apelo para que ele permaneça na sigla

 

16 DE MAIO DE 2013 ÀS 05:46

 

247 – O PSDB vive momentos de tensão máxima. Uma nota publicada na coluna da jornalista Sonia Racy, do Estado de S. Paulo, informa que José Serra poderá deixar o partido às vésperas da coroação de Aécio Neves como presidente nacional da legenda, na convenção deste fim de semana. Seria um gesto teatral para diminuir e estragar a coroação do senador mineiro, que será o candidato do partido à presidência da República em 2014.

Leia, abaixo, a nota de Sonia Racy:

A conferir

Circula reserva da mente: Serra sairá do PSDB até o fim da semana. Às vésperas da eleição de Aécio para a presidência do partido. Consultado, o tucano negou.

Leia ainda reportagem anterior do 247 sobre o apelo de Aécio Neves a José Serra para que ele permaneça no PSDB:

247 – Prestes a assumir o comando do PSDB, Aécio Neves está disposto a tudo para manter a união do partido, que deve lançá-lo a candidato à presidência em 2014.

O senador mineiro telefonou para José Serra, pedindo que o ex-governador afaste a possibilidade de migrar para a MD (Mobilização Democrática) e permaneça no PSDB.

Depois de ficar isolado no partido, ele foi sondado pelo deputado Roberto Freire (PPS-SP) para integrar a nova sigla, fruto da fusão de PPS e PMN, com a promessa de disputar novamente o Planalto.
Aécio chegou a falar na possibilidade de manter o ex-governador Alberto Goldman na vice-presidência do PSDB para convencê-lo.

O governador Geraldo Alckmin (SP) e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso têm feito pressão para que Serra se sinta novamente prestigiado dentro do partido, para ajudá-los a diminuir a resistência da ala paulista à candidatura de Aécio.

O tucano aceitou em participar da convenção que elegerá o mineiro como presidente do PSDB, no próximo sábado, em Brasília. Será um dos oradores e viajará a Brasília no mesmo avião que levará Alckmin e FHC à capital federal.

 

 

COMENTÁRIOS

19 comentários em “Serra ameaça estragar coroação de Aécio”

  1. Carlos Gil 16.05.2013 às 12:57

    O egocentrismo do José Serra chega a ser insano.

  2. Carlos 16.05.2013 às 12:25

    Onde anda o Aécio, que desapareceu da mídia? Já deve ter reconhecido a derrota, e percebido que está sendo usado pelo PSDB apenas como bucha de canhão.

  3. André 16.05.2013 às 11:45

    Nós do PT conclamos nosso adversário favorito, Padim Pade Cerra, para não abandonar o PSDB, queremos você em 2014, Cerra. Não deixe esse moleque do Aecio tomar seu lugar de direito. Como você mesmo disse, você nasceu pronto para ser candidato a Presidente da República. Contamos com você. “Pó, pará, Aécio”

  4. Alexandre 16.05.2013 às 11:30

    Se o nosso judiciário e o MPF e estaduais funcionasse para pegar tucano e a grande mídia quisesse o aecim não aguenta uma semana de denúncias. O tapete dele está para explodir de tanta maracutaia.

  5. Rita 16.05.2013 às 11:20

    Aécio, bonitão, elegante, inteligente, bem avaliado….2014 Presidente!

  6. Joachim 16.05.2013 às 10:48

    Ô Maradona, vai se f*@(@!!! O Aécio Neves cheira mais do que você!!!

  7. Tucanodemosrolabosta 16.05.2013 às 10:31

    Vocês acham que esta foto dos dois foi feita quando? Eu aposto que foi feita bem antes de 2010 quando o Çerra era adversário da Dilma e o Çerra contava com o apoio do Aecin Pó. Imaginem o ódio que o Çerra deve estar . Ele que já nasceu pensando em ser Presidente da República e agora ver seu quase adversário precisando do apoio dele. Vai ser realmente uma Zorra total.

  8. Tou só achando graça 16.05.2013 às 10:22

    Só pra vocês terem um panorama: A CAndidatura do Aécin Pó, aqui em Minas (Observem “aqui em Minas”) tá mais firme que prego na areia. Agora imaginem vocês a nível nacional. O único eleitor que o Aécin Pó Baladeiro tem (Garantido) é Farol de Alexandria. Só mesmo um néscio para acreditar que o lançamento do Aecin Pó como candidato a Presidente dp PSDB não vai virar um a zona! Tá perto e vocês verão, pois o Çerra nunca aceitou e nem vai aceitar estes arranjos. Aposto uma caixa de “Ceva” Gelada e dois kilos de Picanha que ele não aceita.

  9. O Haessio so leva em 16.05.2013 às 10:02

    minas pelo fato de ter a mídia e todo o resto em sua folha de pagamento, será que ele pretende fazer isso em termos de Brasil? Duvidamos muito, ele é o que tem de pior dentro do ninho tucano, e o governo trabalhista antecipadamente agradece a sua candidatura, mas todo mundo está vendo que é uma grande armação, o fato é que os tucanos pretendem concorrer com dois candidatos, siglas não querem dizer nada, mesmo no MD Serra continuará sendo um tucano, uma vez neoliberal será sempre um neoliberal.

  10. Roberto Locatelli 16.05.2013 às 09:50

    Aébrio Neves (também conhecido como Menino do Rio) será presidente de um partido em extinção. Zé Bolinha de Papel cairá fora e será candidato, de novo!!