POEMA 1

GOSTARIA DE ESCREVER.

POESIA.

FALANDO DE QUE? LUZES, FLORES, SOL, MAR?

OU PERDAS?

GOSTARIA DE ESCREVER.

POESIA.

PREENCHER A FOLHA DE PAPEL COM OS SONHOS,

AS UTOPIAS, O IRREAL…

A ETERNA BUSCA.

GOSTARIA DE ESCREVER.

POESIA.

SEM MÉTRICA, SEM SONETOS, SEM FORMAS DEFINIDAS,

TINGINDO O PAPEL COM O TEMPO.

TENTAREI, TODOS OS DIAS…

MESMO QUE SANGRE, CHORE OU RIA.

FAREI POESIA.

COMO AGORA…

anisio nogueira

LEONARDO BOFF

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Carisma y carismáticos: ¿qué energía es esa?
07/09/2014
Carisma, carma, Crishna, Cristo, crisma y caritas poseen la misma raíz sánscrita kri o kir. Significa la energía cósmica que acrisola y vitaliza, penetra y rejuvenece todo, fuerza que atrae y fascina los espíritus. La persona no posee un carisma, es poseída por él. La persona, sin ningún mérito personal, se ve tomada por una fuerza que irradia sobre otras, haciendo que queden escribirtupefactas: si están hablando, se callan; si están entretenidas en alguna cosa, pasan a prestar atención a la persona carismática. El carisma es algo sorprendente. Está en los seres humanos, pero no viene de ellos. Viene de algo más alto y superior. Nietzsche cuenta que cuando paseaba por los Alpes se sentía poseído por una fuerza que le hacía escribir. Era otro que se servía de él. Tomaba su cuaderno y en él escribía lo mejor de sus intuiciones.

Los antropólogos introdujeron una palabra sacada de la cultura de Melanesia: mana. La personalidad-mana irradia un poder extraordinario e irresistible que, sin violencia, se impone a los demás. Atrae, entusiasma, fascina, arrastra. Es el equivalente de carisma en nuestra tradición occidental.

¿Quiénes son los carismáticos? En el fondo, todos. A nadie le es negada esa fuerza cósmica de presencia y de atracción. Todos cargamos con algo de las estrellas de donde venimos. La vida de cada persona está llamada a brillar, según dice un cantor, a ser carismática de una u otra forma. Bien decía José Marti, un pensador cubano de los más agudos de América Latina: Hay seres humanos que son como las estrellas, generan su propia luz, mientras otros reflejan el brillo que reciben de ellas. Algunos son Sol, otros, Luna. Nadie está fuera de la luz, propia o reflejada. En fin, estamos todos en la luz para brillar.

Pero hay carismáticos y carismáticos. Hay algunos en los cuales esta fuerza de irradiación implosiona y explosiona. Son como una luz que se enciende en la noche. Atraen todas las miradas me valen las dos. Se podía hacer desfilar a todos los obispos y cardenales delante de los fieles reunidos, podía haber figuras impresionantes en inteligencia, capacidad de administración y celo apostólico, pero todas las miradas se fijaban en Dom Helder Câmara cuando todavía estaba entre nosotros, portador eminente de carisma. Su figura era insignificante. Parecía el siervo sufriente sin belleza ni adorno. Pero de él salía una fuerza de ternura que unida al vigor de su palabra se imponía suavemente a todos.

Muchos pueden hablar, mejor coma y hay buenos oradores que atraen la atención, pero dejen hablar al obispo emérito de São Felix do Araguaia. Su voz es ronca y a veces casi desaparece. Pero en ella hay tanta fuerza y tanto convencimiento que la gente queda boquiabierta. Es la irrupción del carisma que hace que un obispo frágil y débil parezca un gigante. Hoy sin casi poder hablar a causa de un fuerte Parkinson, sus escritos y poemas tienen la fuerza del fuego. Es un eximio poeta.

Hay políticos hábiles y grandes administradores. La mayoría maneja el verbo con maestría. Pero hagan subir a Lula en la tribuna delante de las multitudes. Empieza hablando bajo, asume un tono narrativo, va buscando el mejor camino para comunicarse. Y lentamente adquiere fuerza, irrumpen conexiones sorprendentes, la argumentación adquiere su armazón adecuada, el volumen de voz alcanza altura, los ojos se incendian, los gestos modulan el habla, en un momento dado todo el cuerpo es comunicación, argumentación y comunión con la multitud que de bulliciosa pasa a silenciosa y de silenciosa a petrificada, para, en el punto culminante, irrumpir en gritos de aplauso y entusiasmo. Es el carisma haciendo irrupción. Poco importa la opinión que podamos tener de sus ocho años de gobierno. En él no se puede negar la presencia del carisma.

No sin razón Max Weber, estudioso del poder carismático, lo llama «estado naciente». El carisma parece que hace nacer, cada vez que irrumpe, la creación del mundo en la persona carismática o personalidad-mana. La función de los carismáticos es la de ser parteros del carisma latente dentro de las personas. Su misión no es la de dominarlas con su brillo, ni seducirlas para que los sigan ciegamente, sino despertarlas del letargo de lo cotidiano. Y, despiertos, descubrir que lo cotidiano guarda en su interior secretos, novedades, energías ocultas que siempre pueden despertar y dar un nuevo sentido de brillo a la vida, a nuestro corto paso por este universo.

Que cada cual descubra la estrella que dejó su luz y su rastro dentro de él. Y si fuera fiel a la luz, brillará y otros lo percibirán con entusiasmo.

Leonardo Boff escribió Meditación de la Luz, Vozes 2010.
Traducción de Mª José Gavito Milano

Augusto de Campos vaia os Vips do Itaquerão

 
Augusto de Campos, um dos maiores poetas vivos do Brasil, nome máximo da poesia concreta brasileira, mandou uma carta fatal à Folha, que não teve a dignidade de publicar.
 
A dica é do blog da Mariafro.
 
“Prezados Senhores.
 
Esse jornal utilizou, em 14 de junho de 2014, com grande destaque, o poema VIVA VAIA, de minha autoria, como ilustração de matéria ambígua sobre os insultos recebidos pela presidente Dilma, na partida inicial da seleção.
 
Utilizou-o, sem minha autorização e sem pagar direitos autorais: sem me dar a mínima satisfação.
 
Poupo-me de comentar a insólita atitude da FOLHA , a quem eu poderia processar, se quisesse, pelo uso indevido de texto de minha autoria.
 
A matéria publicada, composta de três artigos e do meu poema, cercado de legendas sensacionalistas, deixa dúvidas sobre a validade dos xingamentos da torcida, ainda que majoritariamente os condene, e por tabela me envolve nessa forjada querela.
 
A brutalidade da conduta de alguns torcedores, que configura até crime de injúria, mereceria pronta e incisiva condenação e não dubitativa cobertura, abonada por um poema meu publicado fora de contexto.
 
Os xingamentos, procedentes da área vip, onde se situa gente abastada e conservadora, evidenciam apenas o boçalidade e a truculência que é o reverso da medalha do nosso futebol, assim como a inferioridade civilizatória do brasileiro em relação aos outros povos.
 
Escreveu, certa vez, Fernando Pessoa: “a estupidez achou sempre o que quis”. Como se viu, até os candidatos de oposição tiveram a desfaçatez de se rejubilarem com os palavrões espúrios. Pois eu lhes digo. VIVA DILMA. VAIA AOS VIPS.”
 
Augusto de Campos.

Augusto de Campos vaia os Vips do Itaquerão

 
Augusto de Campos, um dos maiores poetas vivos do Brasil, nome máximo da poesia concreta brasileira, mandou uma carta fatal à Folha, que não teve a dignidade de publicar.
 
A dica é do blog da Mariafro.
 
“Prezados Senhores.
 
Esse jornal utilizou, em 14 de junho de 2014, com grande destaque, o poema VIVA VAIA, de minha autoria, como ilustração de matéria ambígua sobre os insultos recebidos pela presidente Dilma, na partida inicial da seleção.
 
Utilizou-o, sem minha autorização e sem pagar direitos autorais: sem me dar a mínima satisfação.
 
Poupo-me de comentar a insólita atitude da FOLHA , a quem eu poderia processar, se quisesse, pelo uso indevido de texto de minha autoria.
 
A matéria publicada, composta de três artigos e do meu poema, cercado de legendas sensacionalistas, deixa dúvidas sobre a validade dos xingamentos da torcida, ainda que majoritariamente os condene, e por tabela me envolve nessa forjada querela.
 
A brutalidade da conduta de alguns torcedores, que configura até crime de injúria, mereceria pronta e incisiva condenação e não dubitativa cobertura, abonada por um poema meu publicado fora de contexto.
 
Os xingamentos, procedentes da área vip, onde se situa gente abastada e conservadora, evidenciam apenas o boçalidade e a truculência que é o reverso da medalha do nosso futebol, assim como a inferioridade civilizatória do brasileiro em relação aos outros povos.
 
Escreveu, certa vez, Fernando Pessoa: “a estupidez achou sempre o que quis”. Como se viu, até os candidatos de oposição tiveram a desfaçatez de se rejubilarem com os palavrões espúrios. Pois eu lhes digo. VIVA DILMA. VAIA AOS VIPS.”
 
Augusto de Campos.

A esperança é um ato de resistência. Resista

A esperança é um ato de resistência. Resista

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Você que de quando em vez chora à noitinha, na solidão da alcova. Você que se arrebenta no cumprimento das obrigações. Que perde um tempo danado desviando das porradas de todo dia.

Você que tem medo do arrependimento um minuto depois de tomar uma decisão. Você que esconde seu pavor de morrer só, de não ter onde cair morto, de lhe faltar um gato para puxar pelo rabo.

Você que ainda tem avós mas que pouco os vê. Que tem saudade da infância, que sente culpa por não telefonar mais seguido a seus pais. Você que já não tem pais e nem avós e quase só usa o telefone para pedir comida e responder que não, não quer assinar jornal nenhum.

Você que tem uma inveja inofensiva das pessoas que demonstram afeto. Você que queria ter mais irmãos, você que tem irmãos distantes, você que não tem irmão nenhum.

Você que ainda corta a carne no prato do filho ou da filha. Que tem criança pequena e conhece o medo doloroso de lhe faltar.

 

Você que se deu conta de que nunca será um astronauta, um campeão olímpico, um astro do rock. Que acha superficial e sínico quem defende que não se deve dar esmolas, quando a quem pede esmolas nada se faz para ajudá-lo a seguir outro caminho.

Você que olhou nos olhos de um mendigo e sentiu um calafrio em algum lugar insuspeitado da alma.

Você que sentiu culpa por estar ocupado demais para ouvir um amigo quando ele mais honestamente precisou falar.

Você que já passou horas deitado no sofá de barriga para baixo, cutucando com a unha a sujeira leve que pousa e se instala impertinente nas ranhuras do chão. Você que enxerga rostos nos desenhos dos ladrilhos. Que observou a poeira flutuando contra a luz do sol e lembrou de um amor antigo. Você que não sabe lidar com um amor novo.

Você que, no mais das vezes, das conversas do dia a dia não ouve nada senão relinchos, cacarejos e conversas para boi dormir entupidas de preconceito e burrice.

Você que já se perguntou onde repousam as borboletas, enquanto imaginava sua vida secreta, e esse foi seu único instante de paz no dia confuso. Você que descobriu espantado que as baratas, quando esmagadas pelo chinelo da gente, liberam ovos que se transformarão em novas baratas que sobreviverão à hecatombe nuclear.

Você que já pediu a Deus um tempo para viajar a um lugar distante e ver o sol nascer de outro canto, na tentativa honesta de lavar com sabão e esponja a sua alma cheia de borras e sentimentos esverdeados, envelhecidos. Depois estendê-la no varal de um dia inteiro e deixá-la ali secando ao sol.

Você que já teve a impressão de que, se não fizer alguma coisa, a vida periga se transformar em um eterno domingo à noite.

Você…

Seja bem-vindo. Bem-vinda. Dá cá um abraço. Viver dói e se dói é porque você vive. Resista, deixe estar.

E acredite: para cada angústia há uma desforra gloriosa, esperando sua vez de vir ao mundo.

 

O perigo de você pensar que continua garotão…
Só podia ser do Veríssimo …

Romance na terceira idade
Na semana passada estava entrando num banco para ver se tinha restado
algum trocado, até o dia da “viúva” (INSS) fazer o depósito. Foi quando
uma linda garota de uns quarenta anos, minissaia, entrou na fila dos
caixas, imediatamente saí da fila dos idosos e também entrei na mesma
fila.
Em pouco tempo, ela olhou para trás e, sorrindo, disse:
– Por que o senhor não utiliza a fila dos idosos?
Você sabe para que lugar eu tive vontade de mandá-la, não é?
Porém, mantive a calma e usei toda minha experiência. Puxei papo e
resolvi inventar, para impressionar. Falei das minhas “experiências
como comandante de navio de cruzeiro”. Semana passada havia lido um
livro sobre um comandante de navio de turismo. Sabia tudo a respeito.
– Uau! O senhor foi comandante de transatlântico?
– Só por vinte e dois anos.
Respondi expressando uma certa indiferença pelos anos de trabalho, mas
sentindo que tinha capturado a presa, era só abater e comer.
– Nossa!!!! E com essa sua pinta o senhor deveria, certamente, agradar
muito o público feminino, nas noites de jantar com o comandante.
Boquiaberto só pude responder:
– Hã? – distraído que estava, de olho fixo no decote da jovem, que
exibia, exuberantemente, seus lindos seios.
Ela me pegou no flagra. Eu, sem graça, e ela não fez por menos!
– O senhor ficou vermelho! Ficou até mais bonito. Aliás, o senhor
deveria fazer um teste na televisão.
Eu estava perplexo e apavorado, depois dos sessenta, isto acontece uma
só vez antes da morte. Aquele “avião pronto para decolar” e eu sem
condições nem mesmo de efetuar o “check in”. Sim, não sabia ao certo
quanto teria na conta-corrente…
Quanto estaria custando um Viagra?
… Onde poderia arrumar duzentão, até o dia do depósito da “viúva”?
… Quanto estariam cobrando um apê no motel?
Será que se chamar um táxi pega bem? Comecei a suar frio.
– Eu, artista de televisão?
– Sim! O senhor lembra aquele famoso galã dos anos cinqüenta, que minha
avó me mostrou na revista “Rainha do Rádio”. Ela tem verdadeira paixão
por essas revistas. Adorava Marlene, Emilinha Borba… Deus nos livre
de alguém mexer nas suas revistas. Ela guarda a sete chaves, com o
maior carinho. O senhor é saudosista também?
– Sim! Mas, você ta me gozando. Galã dos anos cinqüenta?
– Verdade… Não me lembro bem o nome, só sei que ele fazia filmes para
o cinema, era muito famoso. Ma.. Mário, não era. Era alguma coisa
como… Ah sim, tinha dois ?Z? no nome.
– Mário Gomezz (apelei)?
– Não, não era este o nome. Ahhh lembrei… Mazzaropi? Isto Mazzaropi!
Mazzaropi era um galã, não era?
Nesta hora minha autoestima fez um buraco no chão e foi parar na terra
do sol nascente.
Pô, quando ela disse que eu parecia galã dos anos cinqüenta, pensei num
Paulo Gracindo, Paulo Autran, ou algum Antonio Fagundes da vida. Mas,
Mazzaropi? …PQP! Mas, até aí tudo bem, para pegar aquele avião, eu ia
de Mazzaropi mesmo.
O meu fabuloso programa da tarde só veio a acabar quando ela,
incautamente, derrubou um livro que tinha na mão. Eu, como um
verdadeiro cavalheiro, inventei de abaixar para apanhá-lo. Só que
esqueci as recomendações do meu ortopedista sobre minhas artroses e
artrites, que, quando eu me abaixasse, o fizesse de uma forma bem
vagarosa.
Enquanto o livro descia, eu, mais que depressa, inventei de pegá-lo na
altura dos joelhos desnudos da jovem. Só escutei a frase dela:
– Uau! Que reflexo – você parece um garotão!”
Ouvi esta frase e mais dois sons. Um som abafado da região da minha
coluna que travou no ato, e o som estridente de um prolongado peido,
que, além de sinalizar a frouxidão do rabo, lembrou-me da intensa dor
na coluna. E quem disse que eu conseguia endireitar o corpo, nem
chamando o Carvalhão.
Arcado, tentava me endireitar e peidava. Tentava, e novamente peidava.
Pô, o pior, que há pouco tinha almoçado num restaurante alemão. Imagina
o odor?
A jovem, vendo que a situação não reverteria, tirou os dois dedos que
apertavam suas narinas, apanhou o celular e discou para o SAMU. Fim de
um provável romance…

Sobre a diminuição da audiência e do poder das emissoras

Sobre a diminuição da audiência e do poder das emissoras

Enviado por luisnassif, qua, 04/09/2013 – 08:35

Por Marco St.

Comentário ao post “O dia em que a Globo piscou

A televisão (emissoras de tv) acabou gente. Já virou mais uma saudosa tecnologia do século XX, assim como aparelhos de videocassete, dvd e bluray etc e tal.

Não é só a Globo que está perdendo poder. Ter uma emissora de tv hoje é bem semelhante a ter uma banca de jornal. São atividades que vão desaparecer, pelo menos da forma como as temos hoje.

Hoje os aparelhos de TV já são smarts. Vc faz sua programação, acessa a internet, assiste o que quiser a hora que quiser.

Na minha relação de amigos o que causa grande impacto hoje são os episódios finais de Breaking Bad (recorde de audiencia mundial sendo que esses episódios são os arquivos mais compartilhados da internet nessas últimas semanas). Nâo conheço ninguém que veja novelas. Aliás nem se sabe o nome dessas novelas.

Reconheço que ainda tem gente assistindo Jornal Nacional. Mas é quase que uma experiência saudosista ou sociológica, um hábito que era quase obrigatório e agora totalmente dispensável por suas eternas manipulações ao longo dos anos e pela precariedade quando temos ao dispor fontes de informações muito máis rápidas e independentes pela internet. Ou talvez até a preguiça e o hábito de ver o mesmo programa anos à fio.

Antes que falem em apartheid tecnológico, esqueçam. Não há uma casa das classes E ou D, que já não tenha uma TV de Led, Lcd ou plasma e uma banda larga fixa (qdo disponível). Até mesmo as tvs por assinatura que se popularizam também podem ser trocadas pelo streaming. 

Se a Globo for minimamente esperta, vira apenas uma produtora de conteúdo para abastecer as netflixs da vida. As emissoras mexicanas já fazem isso há um bom tempo.

Certamente vivemos uma revolução e ela não será televisionada….