Comfort Food, Comfort Music

zureba

Quem não conhece o jargão “Comfort Food” precisa apenas lembrar daquela macarronada de domingo, do feijão da sua mãe, da lasanha da sua avó. Isso é Comfort Food. Simples, direta, deliciosa e ao mesmo tempo vem carregada de lembranças, emoções.

Acredito que muita gente sinta o mesmo “conforto” quando ouve as músicas certas. E assim como na gastronomia, há muitas variações no estilo de algumas obras.

Muita gente deve estar pensando que isso remete ao famoso “música boa era antigamente, hoje em dia nada presta”. Mas não é por ae. Assim como um prato de “Comfort Food” pode ser preparado num restaurante contemporâneo, uma “Comfort Music” pode ser elaborada por artistas novos e desconhecidos.

Vejam o disco mais recente da Diana Krall – “Wallflower” – recheado de canções pop como “I’m Not In Love” do 10cc e “Don’t Dream It’s Over” do Crowded House, numa roupagem…

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Jazz

l'amour, la danse et le mouvement

IntroSemillaNegra2 O Jazz basicamente surgiu em 1961, juntamente com os negros (escravos). Para que eles tivessem seu canto para poder prestar o culto ao seu Deus, seus donos mandaram construir vários templos. Os cânticos eram conhecidos como espirituais negros, mas logo depois foi denominado como blues. Os blues não só deram origem ao Jazz, mas também os manteve dentro na forma de temas; motivos melódicos sobre os quais músicos de Jazz improvisam. Só no início do século XX que o Jazz foi reconhecido e ganhou sua composição musical. Em geral, o Jazz foi criada e sustentada pelo próprio improviso.


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