Manhãs de névoa, névoa de palavras, teatro de sombras: o inventário de ausências de Krishna Monteiro

MONTE DE LEITURAS: blog do Alfredo Monte

11212752_1000902263273902_6116798224040882657_no que não existe mais

«Peço a vocês que deixem de lado, ao menos durante este curto espaço de tempo em que conversamos, qualquer traço de ceticismo. Proponho, em lugar disso, que se lembrem dessas vozes inesperadas que de quando em quando nos chamam pelo nome…» (Krishna Monteiro)

(uma versão da resenha abaixo foi publicada originalmente em A TRIBUNA de Santos, em 07 de julho de 2015)

Uma entidade (o Demo?[1]), expulsa por «um mundo povoado por criaturas racionais», é convocada para palmilhar encruzilhadas no coração arcaico do país, junto a um tal doutor Rosa, estabelecendo um pacto, após o qual, tendo junto a si as laudas de Grande Sertão: Veredas (cujo protagonista, como se sabe, procurava decretar cabalmente a inexistência do Tinhoso), dá-se conta de que «já não mais morava em meus aposentos, e sim no interior, nas entrelinhas do texto que ele, o médico, me confiara no topo da…

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