Direito a ter direitos

a farpa

Parece-me que citei alguém quando escrevi o título deste texto. Sim. Não é uma crônica, nem de costumes ou géneros, é um mero texto. O que as diferencia? A importância relativa de ambos.

Este texto pretende retratar os estudantes – e eu já fui um – que foram expulsos do hotel em Espanha.

(Uso retratar no sentido de fazer um retrato, não de retractar, já que o acordo deixou desacordadas as mentes sujeitas à latência incomoda do que é crescer na actualidade.)

Imagine-se que cerca de 800 a mil Seres, como muitas vezes brinco, Humanos foram rebeldes com causa sem a ter? Ou a sê-la, o seu direito não era Direito para assisti-los a ter?
Parece complicado ou oblíquo como uma frase corrigida três vezes até fazer sentido. Não é.

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Segundo o que uma imprensa trouxe, o espanto de uma crise juvenil prendeu-se com a rebeldia de um bando de…

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