CIA admitiu envolvimento no golpe de Estado no Irã em 1953

ENCALHE ( Descontinuado em 05.10.2013 )

A agência norte-americana de informações, CIA, admitiu formalmente ter estado envolvida no golpe de Estado contra o então Primeiro-Ministro iraniano Mohammad Mosaddeq, em 1953, revelam documentos divulgados pelo Arquivo de Segurança Nacional.

Apesar de sempre ter existido a suspeita do envolvimento do Estados Unidos e Reino Unido no afastamento de Mosaddeq, esta é a primeira vez que a CIA “admite formalmente que ajudou a planear e executar o golpe”, refere o Arquivo de Segurança Nacional, um centro de investigação sem fins lucrativos da Universidade George Washington.

No passado, agentes da CIA tinham garantido que a maioria dos documentos relacionados com o golpe de 1953, em plena Guerra Fria e após a nacionalização da indústria petrolífera iraniana, tinham desaparecido ou tinham sido destruídos na década de 1960.

No entanto, os investigadores do Arquivo de Segurança Nacional conseguiram acesso a documentos recentemente desclassificados pela CIA e que incluem vários textos de propaganda…

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Joaquim Barbosa rasga código de ética

Altamiro Borges by Miro  /  42min  //  keep unread  //  preview

Joaquim Barbosa rasga código de ética

 
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Por Paulo Nogueira, no blog Diário do Centro do Mundo:

 
De tanto ver absurdos no Supremo, me perguntei se não haveria um código de conduta.
Coisas assim me intrigaram: a) Fux ter relações estreitas com um grande escritório de advocacia; b) Joaquim Barbosa pagar uma viagem para uma jornalista do Globo cobrir uma palestra irrelevante sua na Costa Rica. O detalhe é que o avião usado para a boca livre barbosiana foi o da FAB; c) Gilmar Mendes num cargo tão vital mesmo sendo, como disse certa vez Eliane Cantanhêde, “muito tucano”; Ayres Britto tão ligado a jornalistas – dos quais deveria manter distância olímpica, em nome da justiça e do recato — a ponto de escrever o prefácio de um livro de Merval Pereira.


Poderia listar outras coisas, mas vou poupar a paciência do leitor.

Pesquisei, e para relativa surpresa minha descobri que sim, existe um manual de conduta.

Não é ruim, desde que seja seguido.

Dada a atitude destrutiva e desagregadora de JB, tão brutalmente exposta em sua agressão a Lewandowski, um ponto me chamou a atenção.

Reproduzo-o:

“CORTESIA

O magistrado tem o dever de cortesia para com os colegas, os membros do Ministério Público, os advogados, os servidores, as partes, as testemunhas e todos quantos se relacionem com a administração da Justiça.

Parágrafo único. Impõe-se ao magistrado a utilização de linguagem escorreita, polida, respeitosa e compreensível.”

Ou Joaquim Barbosa desconhece o manual ou o despreza. É um exemplo tenebroso que o presidente da mais alta corte passa aos integrantes do sistema judiciário nacional. Quem não se lembra da forma como ele se dirigiu a um repórter do Estadão que lhe fez uma pergunta diferente das louvaminheiras que jornalistas da Veja e da Globo costumam lhe fazer?

JB vai se assemelhando, cada vez mais, ao alienista de Machado de Assis. Acha que o problema está em todo mundo quando, na verdade, ele é o problema.

 

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